Enoturismo: Destinos para quem quer beber vinho

Por que viajamos? Para conhecer novos lugares. Para ter contato com uma nova cultura. Para testar seus limites. Para… beber. É claro, para beber. Agora que o inverno está para chegar então, por que não uns bons vinhos? Como o frio já fica forte no final do outono, do dia 18 de maio ao 6 junho é comemorado o Dia do Vinho. Pensando nisso, o Blog Vida ao Ar Livre selecionou os cinco melhores destinos do enoturismo para você experimentar o melhor que as uvas têm a proporcionar.

 

Provence (França)

Na cidade dos campos roxos de lavanda são fabricados alguns dos vinhos mais apreciados do mundo. É lá onde se produz a maior parte dos vinhos rosé da França, como o Côtes-de-Provence, que você verá largamente nas prateleira das lojas. Mas a região guarda também uma série de outras vinícolas que devem ser exploradas.

Em Aix, por exemplo, a fama fica com os tintos, que envelhecidos por décadas, adquirem um aroma frutado. Uma ótima pedida para acompanhar os queijos de cabra, típicos da Provença. Na cidade vizinha de Avignon fica também a fazenda de Chateauneuf Du Pape. Nos 3mil hectares de área, é produzido o tinto de mesmo nome, que é produto de grife fora da França. E imaginem só, no roteiro da Pisa Trekking, você pode estar lado a lado com o fazendeiro da vinícola, e colher vegetais frescos da terra para um almoço de primeira classe.

Provence - Chateauneuf Du Pape

 

Toscana (Itália)

A menos de 300km de Roma temos a vinícola que fundou a escola e criou a tradição dos nossos tão queridos vinhos italianos. A família Ricasoli, na Toscana, foi pioneira na fabricação e exportação do mundialmente famoso Chianti. Tudo isso fabricado do Castello di Brolio, que ainda hoje oferece uma das vistas mais bucólicas que você pode imaginar.

Se o vinho e as muralhas do século XI não te impressionarem pode ficar tranquilo. No embalo do vinho forte e seco do Chianti iremos pedalar no coração de Val D’Orcia, escolhida como cenário de vários filmes, entre eles “O Gladiador”. Quem não se lembra das cenas dos campos dourados de trigo? 

Entre um cartão postal e outro chegaremos a Montalcino onde não faltarão oportunidades para experimentar um bom cálice de Brunello!

Sim, na Pisa Trekking é possível fazer essa viagem de cicloturismo. E se ainda assim, você achar que é vinho de menos, aproveite as dezenas de cantinas para se deliciar com a culinária da Toscana.

Toscana - Chianti Vinho

 

Santiago e Mendoza (Chile e Argentina)

Bom, a gente sabe que a tradição vinícola é da Europa, mas muitos dizem que os chilenos e argentinos já atingiram um alto padrão de qualidade há tempos. Em Santiago está, entre outras, a mais famosa das vinícolas chilenas: Concha y Toro. Em Mendoza são várias vinícolas tradicionais que produzem ótimos vinhos, mas especialmente os Malbecs, considerados os melhores do mundo.

Os amantes da cultura francesa dirão que ela só é o que é hoje por conta da cepas exportadas da França. Tudo bem, ter uma Chardonnay ou uma Sauvignon Blanc para ser plantada na terra contribui, mas todo mundo que já provou o Casillero del Diablo concorda que o vinho tem um gostinho latino único.

Em Santiago ou em Mendoza, o visitante pode conhecer as fábricas, observar os processos de elaboração, entender o porquê das rolhas e taças, e de quebra degustar o que há de mais fino em quesito vinho na América do Sul. As duas cidades estão a apenas 360km de distância, o que facilita aos enófilos de plantão uma viagem numa tacada só. Veja aqui o roteiro da Pisa Trekking.

Concha y Toro - Casillero del Diablo

 

Cabo Ocidental (África do Sul)

Você já ouviu falar de Stellenbosch ou Franschhoek? Não?! Tente sussurrar esses nomes no ouvido de um enólogo, e veja como ele arrepia. Isso porque quem já cansou dos destinos tradicionais, comenta que a África do Sul é a nova fronteira para os vinhos.

A apenas 40min do centro da Cidade do Cabo, essas são as duas principais cidades de uma série de vinícolas que termina nas montanhas Hawequas. O diferencial dos vinhos aqui é a uva. A Pinotage, cuja cor roxa é tão forte que às vezes engana para o azul, foi criada e refinada pelos sul-africanos. Por conta disso, o vinho é bastante escuro, encorpado, com sabor que se prolonga na boca.

E o melhor, para sua visita às vinícolas ser mais acessível, a Pisa Trekking oferece tours com guias que falam língua portuguesa ou espanhola. Confira aqui nosso pacote para esse destino que ainda precisa ser descoberto!

Stellesbosch Vinhos

 

Vale dos Vinhedos (Bento Gonçalves – RS)

E quem disse que não teria Brasil nessa lista? Nós também estamos muito bem representados pela região com maior concentração de parreirais do Brasil. São 23 vinícolas em 81km², responsáveis pela produção de mais de 20 milhões de litros de vinhos finos.

Bento Gonçalves foi uma área de imigração italiana, mas não por isso apenas replicamos o que nossos fratelli fazem. Na Vinícola Don Giovanni, por exemplo, há uma preocupação muito grande com a sustentabilidade. Por isso, não são utilizados fertilizantes químicos, herbicidas e todos os adubos são produzidos na própria fazenda. Já na Vinícola Valmarino, o método de produção é o de parreira em latada, que rende uma produção menor, mas de qualidade excelente.

O vinho já é brasileiro, mas o jeitinho é todo europeu. A região teve colonização italiana, e o roteiro que a Pisa é do jeito que eles gostam: de bike.

Vale dos Vinhedos

Se depois desse texto você ficar com água na boca, é porque está na hora de fazer uma viagem para degustar vinhos!

Entre em contato com a Pisa Trekking e converse com um dos consultores para saber mais sobre cada roteiro!

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