Pisa Trekking Aventura Levada a Sério

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Nepal - Trekking ao Campo Base do Everest com Manoel Morgado

Cód.Roteiro:98

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EXPERIÊNCIAS:

  • Grandes Expedições

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  • Viagens em Grupo

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20 DIAS E 19 NOITES

Nível de dificuldade:

- Radical -
Valor a partir de:

US$ 4.600,00

Terrestre

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Everest para os ocidentais, Sagarmatha, a deusa mãe da Terra, para os nepaleses ou Qomolongma para os tibetanos; a mais alta montanha da Terra vem, por décadas, povoando os sonhos de alpinistas e aventureiros e, mais recentemente, de pessoas de todas as partes do mundo, de várias idades, profissões e interesses, que têm uma coisa em comum: o amor pelas montanhas e por culturas pouco influenciadas pelo Ocidente. Nessa viagem caminharemos por trilhas usadas há centenas de anos pela população local, pois caminhar é o único meio de locomoção no acidentado relevo das montanhas do Nepal. Por 20 dias conheceremos vilarejos e monastérios rodeados pela mais linda paisagem deste planeta.

Pontos de Interesse

GUIA DA VIAGEM: O Guia desta saída será o Manoel Morgado. Médico formado na escola Paulista de Medicina e montanhista há 20 anos, mora na Ásia desde 1995 e guiou 38 vezes este trekking. É o brasileiro mais experiente neste roteiro e um dos maiores especialistas no mundo. 

 

SEGURANÇA: Em todos estes anos guiando pessoas no trekking ao campo base do Everest, temos hoje a receita ideal para o avanço na altitude. O trekking é feito de modo que cada noite não estaremos subindo mais do que 400m de desnível em relação a noite anterior. Durante o dia sim, podemos avançar mais e até incentivamos isso para melhorar a aclimatação. Assim temos um ganho progressivo, mais fácil para o corpo ir se acostumando. Além disso, a Pisa Trekking conta com um médico-guia, que todos os dias faz checagem da aclimatação específica de cada pessoa através de um oxímetro (que mede a taxa de saturação do oxigênio no sangue) e com isso podemos personalizar a aclimatação de cada um. Também levamos uma gamon bag que é uma câmera inflável hiperbárica para situações onde é necessário colocar uma pessoa rapidamente em altitudes mais baixas. E em ultima instância, temos nosso telefone celular por satélite que podemos acionar o resgate de helicóptero. 
 
CULTURA: O Nepal é muito mais do que trekking. A religião, os costumes, a história dos povos que habitam o Nepal (e o próprio vale do Khumbu) formam uma cultura muito distinta da nossa. Ir para lá sem conhecer um pouco disso é realmente uma pena. Por isso, colocamos pelo menos 3 dias de passeios culturais por Katmandu, além de visitar monastérios muito pouco freqüentados durante a trilha. O Manoel, por estar a mais de 12 anos morando na Ásia e ser budista, tem especial carinho por Katmandu e conhece profundamente a região para poder levá-los aos encantos culturais deste país. 
 
CONFORTO: Nossa preocupação é que mesmo estando em um ambiente inóspito e caminhando por 14 dias, nossos clientes possam ter o melhor nível de serviço e infra-estrutura disponível. Para isso escolhemos os melhores lodges da região, disponibilizamos porters (carregadores) adicionais, utilizamos um dos melhores hotéis de Katmandu, além de outros serviços. 
 
EQUIPE: Trabalhamos com a mesma equipe de Sherpas, carregadores e guias de montanha, há mais de 12 anos. Isso faz com que a todos sejam mais do que guias e sim grandes amigos nossos e de nossos clientes. São pessoas extremamente simpáticas e divertidas e que já tem mais do que um carinho especial por nós Brasileiros. Eles irão contar um pouco do cotidiano de vida da região e trocar experiências, além de serem pessoas de extrema responsabilidade e que levam este trabalho com muito profissionalismo.
 

Sobre a Trilha

Este trekking tem dificuldade média. Caminhamos ao redor de 6 horas por dia, 4 de manhã e 2 à tarde, em um ritmo lento e com paradas. Como respeitamos as regras básicas para aclimatação, a altitude não atrapalha muito. Apesar disso, recomendamos que as pessoas façam algum tipo de exercício antes da viagem para melhorar sua forma física.

DISTÂNCIA TOTAL:  144,5 km
 
SUBIDA ACUMULADA: 8.615m
 
DESCIDA ACUMULADA: 8.615m

 

Dia a Dia

1º Dia - CHEGADA EM KATMANDU

Chegada a Katmandu e traslado ao Hotel Radisson (5*). Pequeno passeio pelo Thamel, o bairro turístico de Katmandu com sua infinidade de lojas, restaurantes e bares.
 
Pernoite em Hotel
 
Sem Alimentação


2º Dia - KATMANDU / CHECK EQUIPAMENTOS

De manhã, passeio a pé pela Durbar Square, a praça do antigo palácio real, lindo conjunto arquitetônico com o palácio e inúmeros templos. A caminho da Durbar Square conversaremos sobre hinduísmo, budismo, arquitetura, usando pequenos templos para ilustrar o que ensinaremos. À tarde, revisaremos todo o equipamento de trekking e compraremos ou alugaremos o que for necessário.
 
Pernoite em Hotel
 
Café da manhã


3º Dia – KATMANDU / TEMPLO PASHUPATINATH / TEMPLO BOUDNATH

Pela manhã, visita a dois importantes templos na periferia de Katmandu, Pashupatinath, templo dedicado ao Lord Shiva, aqui em sua manifestação como Pashupati, é o mais importante templo hindu do Nepal. Situado às margens do sagrado rio Bagmati, é o principal local de cremações no Nepal. O segundo templo que visitaremos, Boudnath, é o maior e mais ativo templo budista do Nepal e se situa no coração do bairro budista.
 
Pernoite em Hotel
 
Café da manhã


4º Dia - KATMANDU / LUKLA / CAMINHADA A MONJO

Vôo de Katmandu a Lukla (2800 metros) na região do Khumbu, de onde iniciaremos nosso trekking. O vôo, com certeza, será uma das lembranças marcantes da viagem devido à linda vista que teremos do Himalaia. As tão sonhadas montanhas estão lá, erguendo-se a alturas que não supúnhamos que fossem possíveis. Caminhada de 5 horas de duração até Monjo (2800 metros), onde dormiremos à beira do Dudh Kosi, o Rio do Leite. Esse é um dia fácil para começarmos a nos adaptar ao o ritmo da caminhada.
 
Distância Trekking:  13km
 
Subida acumulada: 560m
 
Descida acumulada: 560m
 
 
Pernoite em refúgio de montanha
 
Pensão completa


5º Dia - MONJO / NAMCHE BAZAAR

Caminhada com 6 horas de duração até Namche Bazaar (3400 metros), maior vilarejo do Khumbu. Esse é um dia razoavelmente difícil, pois é apenas o nosso segundo dia e a diferença de altitude é grande, mas as vistas do vale do Dudh Kosi e a primeira vista do nosso objetivo, o Everest, fazem o esforço valer a pena. 
 
Distância Trekking:  6km
 
Subida acumulada: 700m
 
Descida acumulada: 120m
 
Pernoite em refugios de montanha
 
Pensão completa


6º Dia - NAMCHE BAZAAR / THAMO

Caminhada de aproximadamente 4 horas ao vilarejo de Thamo (3400 metros), fora da rota de trekking e, portanto, mantendo seu modo de vida tradicional. Antes de chegar a Thamo, como parte de nosso programa de aclimatação, visitaremos o pequeno e raramente visitado monastério de Laudo acima de Thamo a 3800 metros, onde seremos recebidos carinhosamente por Ani e Lama, os únicos monges que habitam este monastério há mais de 20 anos. Passar algumas horas neste refúgio de paz, contemplando as montanhas nevadas ao nosso redor e embalados pelo suave som do sino será uma das mais doces lembranças de nosso trekking.
 
Distância Trekking:  8km
 
Subida acumulada: 600m
 
Descida acumulada: 600m
 
Pernoite em refugios de montanha
 
Pensão completa


7º Dia - THAMO / KUNDE

Caminhada de 3 horas de duração a Kunde (3800 metros), outro vilarejo fora da rota de trekking tradicional. Ali se encontra um dos hospitais mantidos pela Hillary Foundation. À tarde, caminhada até uma crista a 4000 metros para aclimatação. Kunde está situada em um lindo vale em forma de ferradura e tem a sua frente uma das mais lindas montanhas do planeta, o Ama Dablam.
 
Distância Trekking:  8km
 
Subida acumulada: 900m
 
Descida acumulada: 450m
 
Pernoite em refugios de montanha
 
Pensão completa


8º Dia - KUNDE / DEBOCHE

Caminhada de 5 horas a Deboche (3700 metros). Iniciaremos nossa caminhada com uma longa descida de 600 metros até cruzar o Rio Dudh Kosi e em seguida ganharemos novamente esta altitude chegando ao  maior monastério do Khumbu e sede de importantes festivais, o monastério de Temboche. Destruído em um incêndio em 1989, agora está totalmente reconstruído em seu antigo esplendor. Após visitarmos o monastério seguiremos por mais vinte minutos até Deboche onde nos hospedaremos em um dos mais novos lodges do Khumbu com todos os quartos de frente ao Everest. As vistas pela manhã, ao nascer do sol, são simplesmente deslumbrantes. Ao nosso redor os grandes gigantes do Himalaia como o Tramserku, Kantega, Ama Dablam, Lhotse, Nuptse, e, é claro, o Everest, iluminados pela suave luz no amanhecer. E para isso se necessita apenas abrir a cortina da janela de nosso quarto.
 
Distância Trekking:  9km
 
Subida acumulada: 650m
 
Descida acumulada: 750m
 
Pernoite em refugios de montanha
 
Pensão completa


9º Dia - DEBOCHE / PAMBOCHE / CAMPO BASE DO AMA DABLAN

Caminhada de 2 horas de duração a Pamboche (4000 metros). Pamboche é um dos vilarejos mais simpáticos do Khumbu, ficando extamente à frente do Ama Dablan. Chegando no lodge, seguiremos para uma caminhada de aclimatação rumo ao campo base do Ama Dablan, a 4700 metros. Para aqueles que quiserem fazer um dia um pouco mais leve, sugerimos subir até 4300 metros, que é a altitude em que dormiremos a noite seguinte. Tanto para quem chegar ao campo base, quanto para aqueles que atingirem os 4300, as vistas da caminhada são espetaculares.
 
Distância Trekking:  12km
 
Subida acumulada: 1.000m
 
Descida acumulada: 770m
 
Pernoite em refugios de montanha
 
Pensão completa


10º Dia - PAMBOCHE / DIMBOCHE

Caminhada de 3 horas de duração até Dimboche (4300 metros). Esse é o vilarejo mais alto do Khumbu com habitação permanente. Como parte de nosso processo de aclimatação subiremos uma crista atrás do vilarejo até 4600 metros de onde poderemos avistar o Makalu, a quinta mais alta montanha do planeta. Para aqueles que ainda tiverem energia podem seguir ate o cume do Nangazan Ri a 5080 metros.
 
Distância Trekking:  8km
 
Subida acumulada: 730m
 
Descida acumulada: 380m
 
Pernoite em refugios de montanha
 
Pensão completa


11º Dia - DIMBOCHE / DUGLA

Caminhada de 3 horas até Dugla (4600 metros). Apesar de pequena em termos de distância e tempo, esta caminhada de hoje é importantíssima em termos de aclimatação. Dormindo aqui quebramos a grande subida entre Dimboche a Loboche. A tarde, caminhada de aclimatação a uma colina atrás de nosso lodge onde chegaremos a 4900 metros, a mesma altitude que dormiremos no dia seguinte.
 
Distância Trekking:  8,5km
 
Subida acumulada: 700m
 
Descida acumulada: 420m
 
Pernoite em refugios de montanha
 
Durante o trekking toda a alimentação está incluída


12º Dia - DUGLA / LOBUCHE

Caminhada de 3 horas de duração a Lobuche (4900 metros). Aqui, a paisagem muda completamente para vegetação alpina e estaremos caminhando cercados de alguns dos maiores picos deste planeta. Entramos no coração do Himalaia. Embora essa caminhada, em termos de distância, seja bastante curta, poucos quilômetros, ela é um pouco cansativa devido à altitude e a uma subida íngreme logo no início do dia. Ao final desta subida se encontra o Memorial aos Sherpas, lembrando todos os sherpas que morreram escalando o Everest. Almoçaremos no lodge onde iremos dormir, um dos mais confortáveis de toda trilha. Tarde livre para descansar para o duro dia que se seguirá.
 
Distância Trekking:  4,5km
 
Subida acumulada: 385m
 
Descida acumulada: 65m
 
Pernoite em refúgio de montanha
 
Pensão completa


13º Dia - LOBUCHE / GORAK SHEP / KALA PATAR

Pela manhã, caminhada de 4 horas de duração até Gorak Shep (5190 metros). Após almoçarmos e descansarmos, subiremos o Kala Patar para ver o pôr-do-sol, com o Everest a apenas oito quilômetros de distância, refletindo a luz avermelhada do sol contra um céu azul escuro. A sensação de, após dez dias de caminhada, atingir nosso objetivo e sermos recompensados por essa indescritível vista é emocionante. Apesar de a subida ser bastante gradual, ela é cansativa devido à altitude.
 
Distância Trekking:  10km
 
Subida acumulada: 800m
 
Descida acumulada: 550m
 
Pernoite em refugios de montanha
 
Pensão completa


14º Dia - GORAK SHEP / CAMPO BASE DO EVEREST

Hoje faremos a árdua, porém recompensadora, caminhada até o Campo Base do Everest(5.264m). De Gorak Shep seguiremos pela morena lateral do glaciar do Khumbu até descermos para o gelo do glaciar propriamente dito e, entre subidas e descidas, contemplaremos as incríveis formações de gelo enquanto nos aproximamos do campo base. Ali, nos meses de abril e maio, centenas de escaladores, estrangeiros e sherpas, se preparam para o grande desafio: estar por alguns minutos no topo do mundo. Retornaremos a Gorak Shep.
 
Distância Trekking:  7km
 
Subida acumulada: 340m
 
Descida acumulada: 340m
 
Pernoite em refugios de montanha
 
Pensão completa


15º Dia - GORAK SHEP / DIMBOCHE

Hoje, concluídos com sucesso nossos objetivos, iniciaremos nossa caminhada de volta a Lukla. Mas, não repetiremos o mesmo caminho da subida. Saindo de Gorak Shep rapidamente perderemos altitude passando por Lobuche, Dugla e pernoitaremos no vilarejo de Dimboche (4300 metros). Apesar de ser basicamente descida, este é um dia longo devido a grande distância que percorreremos.
 
Distância Trekking:  13km
 
Subida acumulada: 190m
 
Descida acumulada: 1.040m
 
Pernoite em refugios de montanha
 
Pensão completa


16º Dia - DIMBOCHE / DEBOCHE

Caminhada de 5 horas de duração de Dimboche a Deboche. Agora, missão cumprida e mais de 1.500 metros abaixo do Kala Patar, podemos comemorar nossos feitos com uma cerveja (naturalmente gelada) enquanto o sol se põe tingindo os picos de dourado. A caminho de Deboche pararemos em Pamboche para receber as bênçãos do Lama Geshe Rimpoche, um dos mais respeitados lamas da região.
 
Distância Trekking:  9,5km
 
Subida acumulada: 200m
 
Descida acumulada: 770m
 
Pernoite em refugios de montanha
 
Pensão completa


17º Dia - DEBOCHE / MONJO

De Deboche seguiremos por um caminho serpenteante até chegarmos em Namche Bazaar onde almoçaremos. Seguiremos, então, para o vilarejo de Monjo onde dormiremos. Apesar de ser um longo dia, com ao redor de oito horas de caminhada, seremos recompensados com a gradual perda de altitude.
 
Distância Trekking:  15km
 
Subida acumulada: 300m
 
Descida acumulada: 1.200m
 
Pernoite em refúgios de montanha
 
Pensão completa


18º Dia - MONJO / LUKLA

Hoje, nosso último dia de trek, caminharemos de volta a Lukla em aproximadamente 5 horas, com nosso coração dividido entre a vontade de voltar aos confortos de Katmandu e o desejo de não abandonar esta região mágica que tantas memórias nos deixará. Como opcional poderemos fretar um helicóptero desde Monjo e fazer um inesquecível voo panorâmico sobrevoando todo nosso trajeto de trekking e também o vale do Gokyo terminando em Lukla. O custo deste voo é de aproximadamente US$ 400,00 por pessoa. Para que o voo possa acontecer é necessário que o tempo esteja limpo e que exista um helicóptero disponível em Lukla. Por estas razões não incluímos este voo no programa.
 
Distância Trekking:  13km
 
Subida acumulada: 560m
 
Descida acumulada: 560m
 
Pernoite em refúgios de montanha
 
Pensão completa


19º DIA - LUKLA / KATMANDU

Pela manhã voaremos de volta a Katmandu. Traslado ao hotel Radisson e restante do dia livre.

Obsv.: Em casos de cancelamento por mau tempo, para não prejudicar o voo internacional, pode ser preciso contratar um retorno de helicóptero para o grupo e o valor será dividido entre os participantes.

 
Pernoite em Hotel
 
Café da Manhã


20º Dia - KATMANDU / RETORNO AO BRASIL

Check-out no hotel(12:00hs consulte valores de late-check-out).Traslado ao aeroporto para embarque no voo de volta.
 
Sem pernoite incluso
 
Café da Manhã
 
 
A programação acima poderá sofrer modificações devido a fatores climáticos, de acesso ou que possam interferir na segurança dos participantes.


Datas e Preços

Calendário

Datas

Status

A Partir de

 

19/04/2018

Há Vagas

US$ 4.600,00
Terrestre

Faça sua pré-reserva

07/10/2018

Há Vagas

US$ 4.600,00
Terrestre

Faça sua pré-reserva

preço por pessoa - tarifa em us$ - somente terrestre

Saídas

Hospedagem

DBL

Outubro 2017
Abril e Outubro 2018

Kathmandu - Radisson Hotel Kathmandu (5*)
Trekking - Lodges de Montanha

4.600

Valor válido para grupo mínimo de 8 pessoas.
 
Para grupos de 2 ou 3 pessoas: US$ 8000,00 por pessoa
 
Para grupos de 4 ou 5 pessoas: US$ 6500,00 por pessoa
 
Para grupos de 6 ou 7 pessoas: US$ 5500,00 por pessoa
 
 
Single Supplement Involuntário:
Conforme os clientes forem se inscrevendo na viagem serão feitos pares para a divisão de quartos. Caso, ao final do período de inscrição alguém fique sem par, esta pessoa terá de pagar um single suplement de US$ 400,00. 
 
Single Supplement Voluntário:
Caso a pessoa escolha ficar em quarto individual pagará o dobro do Single Suplement Involuntário, ou seja, US$ 800 já que por sua escolha outra pessoa do grupo também ficará em um quarto individual.

trecho aéreo são paulo / katmandu / são paulo - valores em us$ **

Cia. Aérea

Valor a partir de

Qatar Airways

Sob Consulta

** Preço por pessoa em US$(Dólares)
** Preço sujeito alteração sem aviso prévio
** Dólar do dia do fechamento da viagem
 
- Todos os roteiros estão sujeitos a confirmação quanto à disponibilidade de vagas de todos os serviços locais.
- A programação acima poderá sofrer modificações devido a fatores climáticos, de acesso ou que possam interferir na segurança dos participantes.
 
Formas de pagamento:
 
Cheque
5 x sem juros em cheques pré datados.
6 x sem juros até 30 dias antes do embarque
(30% na 1a. parcela e o restante em parcelas de igual valor)
 
* Aceitamos somente cheque do próprio viajante.
 
Cartão
Visa, American Express e Mastercard - Entrada + 3 x sem juros.
(Entrada de 30% em cheque ou depósito e o restante em até 3 x iguais no cartão).
 
Cancelamentos
Em caso de cancelamento por parte do passageiro, serão abatidos os valores referentes à taxa administrativa e a multa de cancelamento da companhia aérea, e sobre o valor restante pago incidirão as seguintes taxas de cancelamento que serão rigorosamente cobradas:
 
Parte terrestre
Cancelamento até 30 dias do início da viagem: multa de 10% do valor total
Cancelamento entre 29 e 21 dias do início da viagem: multa de 20% do valor total
Cancelamentos com 20 ou menos dias do inicio da viagem: percentuais superiores aos acima referidos, desde que correspondentes a gastos efetivamente comprovados pela agência perante a EMBRATUR, efetuados em decorrência da desistência do usuário.
 
Parte aérea: Taxa ou multa de cancelamento cobrada pelas Companhias Aéreas para os bilhetes em questão.
 
Reservas: Mediante o sinal de US$ 200 por pessoa, para solicitação da reserva completa (trechos aéreos, hospedagem, passeios e demais serviços). O sinal recebido para reserva será descontado do valor total do roteiro reservado no ato do pagamento do restante do valor total do pacote. Esse valor será integralmente reembolsado ao passageiro, no caso de não confirmação da Pisa do roteiro solicitado. O valor não será reembolsado ao passageiro, em caso de desistência e ou cancelamento por parte do passageiro, do roteiro reservado, após a confirmação da reserva total por parte da Pisa. Valor esse, retido a título de perdas e danos para pagamento de multas de cancelamento de reserva junto a terceiros.

O que está Incluso

Inclui
- Transfer IN/OUT - Aeroporto de Katmandu / Hotel / Aeroporto de Katmandu. (somente nos dias de início e final do roteiro)
- Acomodação no hotel citado ou similar, em quartos duplos, com café da manhã
- Ingressos e passeios especificados
- Vôos domésticos
- Transporte especificado no roteiro
- Acompanhamento do guia Manoel Morgado a partir de Katmandu
- Alimentação completa durante o trekking
- Equipe de apoio com carregadores e guias locais. Cada pessoa terá direito a 15 quilos de equipamento a ser levado pelos carregadores. Uma taxa adicional será cobrada pelo excesso
- Brindes especiais Pisa Trekking
 
Não Inclui
- Vôos internacionais
- Seguro viagem - Recomendamos o World Nomads - www.worldnomads.com.br
- Alimentação fora do trekking
- Bebidas engarrafadas durante o trekking
- Banhos durante o trekking (custam em média US$ 4,00 por banho)
- Recarga de equipamentos eletrônicos (custam em média US$ 3,00 por hora)
- Taxas de embarque
- Gastos com atraso ou cancelamento de voos
- Vistos (Brasileiros podem tirar visto do Nepal na chegada e custa US$ 40 por um mês. Necessita uma foto 3x4 para o visto e uma foto 3x4 para o permit do trekking)
- Gorjetas
- Qualquer item não citado acima

O que levar

PÉS 
 
∙ Botas de Caminhada 
 
Devem ser específicas para trekking e cobrir o tornozelo. Compradas com antecedência e "amaciadas". Comprar no Brasil. Recomendamos botas italianas como a Asolo, Scarpa ou La Sportiva. No Brasil é mais fácil encontrar da marca Salomon ou da Snake. Se você já tem a sua e se ela já tem mais de cinco anos, mesmo em bom estado, substitua por uma nova. Tanto a cola como os materiais ressecam com o passar do tempo e existe o risco de descolamento da sola.
 
∙ Meias de Trekking 
 
O ideal são meias de trekking de lã ou outro material térmico como a das marcas Thorlo, Smart Wool, Mund ou Fox River. Essas meias devem ser específicas para trekking, compradas em casas especializadas. Você vai notar que as meias de trekking são bastante caras, mas pense que estará andando por muitos dias. É importante ter os pés secos, confortáveis e quentes.
 
∙ Liners
 
Para quem tem extremidades frias é recomendado levar também meias finas ou liners de material térmico tipo capilene ou polipropileno.
 
∙ Papete ou Crocs 
 
Um par de sandálias ou chinelos. O ideal são "papetes" ou Crocs, pois podem ser usadas com meias, para descansar os pés após chegarmos ao lodge ou no acampamento.
 
∙ Tênis 
 
Um par de tênis para os passeios nas cidades.
 
 
PERNAS
 
∙ Segunda Pele 
 
Calças térmicas (segunda pele) tipo capilene ou polipropileno. 
 
∙ Calça Trekking 
 
Estas novas matérias de calças de trekking são mais justos já que de material stretching e resistentes a água secando com muita facilidade e sujando menos.
 
∙ Calça de Fleece 
 
Calça de fleece fino para usar a noite nos lodges ou barracas refeitórios ou então como uma camada extra nos dias mais frios. 
 
∙ Shorts 
 
Um short ou bermuda. Pode ser também uma calça com zíper na perna.
 
TRONCO
 
∙ Segunda Pele 
 
Blusas térmicas (segunda pele) tipo capilene, polipropileno ou melhor ainda Power Stretch. 
 
∙ Camisetas Dry Fit 
 
Camisetas de manga curta e camisetas de manga longa (além da roupa de baixo), de preferência de material tipo dry fit. 
 
∙ Fleece Fino 
 
Um pulôver de fleece fino. 
 
∙ Fleece Grosso 
 
Um pulôver de "fleece" grosso. 
 
∙ Anorak 
 
Um anorak com gorro, de preferência de material respirável como Gore Tex. Este anorak deverá ser bastante fino e ocupar pouco espaço, já que estarão dentro de sua mochila todos os dias. Evitar anoraks forrados de fleece. Existem vários modelos, mas o importante é buscar um com capuz ajustável, zíper em baixo dos braços para melhor ventilação.
 
∙ Casaco de pena de ganso 
 
Um anorak com gorro, de preferência de material respirável como Gore Tex. Este anorak deverá ser bastante fino e ocupar pouco espaço, já que estará dentro de sua mochila todos os dias. Evitar anoraks forrados de fleece. Existem vários modelos, mas o importante é buscar um com capuz ajustável, zíper em baixo dos braços para melhor ventilação.
 
∙ Casaco de pena de ganso 
 
CABEÇA
 
∙ Gorro 
 
Gorro de fleece grosso cobrindo as orelhas. 
 
∙ Boné 
 
Pode ser com ou sem proteção para o pescoço tipo legionário.
 
∙ Cachecol ou Buff
 
Cachecol de fleece, lã ou um Buff, produto espanhol extremamente versátil.
 
 
MÃOS
 
∙ Luva Fina
 
Um par de luvas finas de material térmico. 
 
∙ Luva Grossa 
 
Um par de luvas grossas. A luva grossa deve ser grande o suficiente para ser usada com a fina por baixo sem comprimir as pontas dos dedos.
 
EQUIPAMENTOS PARA TREKKING
 
∙ Óculos 
 
Óculos escuros com filtro UV. É necessário ter proteção lateral.
 
∙ Sleeping Bag (-20°) 
 
Saco de dormir confortável para temperaturas de menos 20 graus.

Este item também pode ser alugado em Katmandu por aprox. US$ 20.
 
∙ Mochila Day Pack 
 
Uma mochila média de capacidade entre 35 a 50 litros com alças bem confortáveis e acolchoadas.
 
∙ Cobre Mochila 
 
∙ Head Lamp 
 
Lanterna com pilhas reservas. Embora as head lamps (lanternas que são usadas presas na cabeça) não sejam obrigatórias, elas são muito mais práticas, já que deixam as mãos livres.
 
 
∙ Bastões de caminhada 
 
Bastões de caminhada de altura regulável.
 
MISCELÂNIA 
 
 
 
∙ Sacos Estanques 
 
 
É muito importante levar sacos estanque ou sacos plásticos para acomodar todas as suas roupas, sleeping bag, equipamentos eletrônicos, etc.
Se for levar sacos plásticos, opte por sacos mais grossos e resistentes. 
Leve uma quantidade suficiente para tudo possa ser ensacado, tanto as coisas que irão na mochila com você quanto as coisas que irão no duffle bag. É interessante ter sacos de vários tamanhos, como por exemplo, um grande para o sleeping bag, alguns de tamanho médio para roupas e um pequeno para documentos e aparelhos eletrônicos. 
 
 
∙ Despertador 
 
Traga um despertador. Os celulares não funcionam muito bem, já que em algumas viagens não conseguimos recarregar a bateria.
 
∙ Purificador de água 
 
Purificador de água a base de iodo (é o mais efetivo) em comprimidos. Se não encontrar um a base de iodo trazer um a base de cloro.
 
∙ Pee Bottle
 
Este é um cantil de boca larga para ser usado como urinol a noite para não termos de sair do quarto para urinar. Para mulheres que não se sentem confortáveis em usar um cantil sugerimos comprar um tupeware cilíndrico de ao redor de 15x15 centímetros.
 
∙ Cantil 
 
Cantil de 1 litro. Os cantis de plástico duro são os mais recomendados, principalmente os de boca larga. Como enchemos os cantis nos riachos, não é recomendável qualquer cantil que seja recoberto por tecido, pois molha.
 
∙ Filtro solar e labial 
 
Filtro solar com proteção mínima fator 15 e protetor labial com filtro solar.
 
∙ Toalha 
 
Toalha. Recomendamos comprar uma wet towel, toalha de material sintético que deve ser guardada molhada e com isso não fica com mau cheiro.
 
∙ Duffle Bag 
 
Saco de cordura ou nylon grosso para os carregadores / mulas levarem seu equipamento durante o trekking ou escalada.
 
∙ Cadeado 
 
Comprar de tamanho médio para o duffle bag. Sugerimos os de números ao invés de chave, pois são mais práticos.
 
∙ Máquina Fotográfica 
 
∙ Snacks 
 
Recomendamos levar dois snacks por dia de expedição, para comer entre as refeições. Por um snack entende-se a quantidade de calorias equivalente a uma barra de cereais. Pode ser chocolate, frutas secas, nozes, barra de cereais, castanhas, bolachas etc.
 
 
∙ Papel Higiênico 
 
Recomendamos dois rolos.
 
∙ Lenços Umedecidos
 
Lenços umedecidos, os da marca Jhonson são mais macios a agradáveis ao tato. Após limpeza com os lenços umedecidos recomendamos usar talco para tirar a sensação pegajosa que os lenços deixam.
 
∙ Lenços de papel 
 
Lenços de papel em grande quantidade (nas montanhas, devido ao ar frio e seco, a coriza é constante).
 
∙ Talco 
 
Para ser usado após fazer a higiene com os lenços umedecidos. Dá uma sensação de limpeza maior. Trazer uma embalagem pequena.
 
∙ Artigos de Toilete 
 
∙ Óculos de grau reserva 
 
∙ Ipod 
 
Opcional 
 
∙ Diário
 
Opcional 
 
∙ Livros 
 
Opcional 
 
∙ Remédios 
 
Medicamentos de uso pessoal. Trazer do Brasil. 
Recomendamos a seguinte lista:
 
Ciprofloxacina para tratamento de diarréia bacteriana;
Azitromicina para tratamento de infecções bacterianas das vias respiratórias;
Analgésicos como Novalgina ou Paracetamol;
Descongestionante nasal como Naldecon diurno e noturno;
Rehidratante oral em pó;
Antiinflamatório;
Fibra como Metamucil caso você tenha tendência para obstipação.
 
TABELA DE QUANTIDADES
 
PÉS
 
BOTAS DE CAMINHADA 1
MEIAS DE TREKKING 6 a 7 pares
MEIAS LINER 2 pares
PAPETE OU CROCS 1
TENIS 1
 
PERNAS
 
SEGUNDA PELE 1 grossa e 1 fina
CALÇA TREKKING 2
CALÇA DE FLEECE 1
SHORTS 1
 
TRONCO
 
SEGUNDA PELE 1 grossa e 1 fina
CAMISETAS DRY FIT 3 manga curta e 3 manga longa
FLEECE FINO 1
FLEECE GROSSO 1
ANORAK 1
CASACO PENA DE GANSO 1
 
CABEÇA
 
GORRO 1
BONÉ 1
CACHECOL OU BUFF 1
 
MÃOS
 
LUVA FINA 1
LUVA GROSSA 1

Informações Importantes

IMPORTANTE: com relação às novas taxas sobre transações internacionais, os valores descritos no site não as incluem, estando sujeitos a alterações.
 
Clima
 
Nas montanhas temos uma variação bastante grande de temperatura dependendo da altitude onde estamos. Em Katmandu, a temperatura será agradável durante o dia, ao redor de 25 graus, caindo um pouco a noite. Durante o trekking, temos temperaturas agradáveis para caminhar durante o dia, mas ao cair do sol fará bastante frio principalmente nos vilarejos mais altos, quando podem chegar a menos 12 graus durante a noite. Como não chegamos ao lodge depois das 4 da tarde, nunca pegaremos essa temperatura, a não ser no dia do por do sol no Kala Patar. Mas, daí teremos o Everest na nossa frente e isso compensa qualquer frio.
 
Transporte
 
Em Katmandu passearemos bastante a pé para melhor conhecermos a cidade, mas para algumas visitas usaremos taxis ou vans dependendo do tamanho do grupo. Nossa viagem para Lukla e de volta a Katmandu será em pequenos aviões para 20 pessoas. Apesar da sensação de fragilidade, esses aviões tem voado esta rota há vários anos sem acidentes e os pilotos são extremamente experientes.
 
Acomodação
 
Em Katmandu nos hospedaremos no Hotel Radisson (5*) ou outro hotel similar em quartos duplos com café da manhã. Caso você prefira, pode optar pelo quarto individual com um custo extra de US 800. Caso ao final do período de inscrição alguém ficar sem par para dividir um quarto, terá de pagar um suplemento de acomodação individual de US$ 400.
 
Durante o trekking, nos hospedaremos em abrigos de montanha em pequenos quartos duplos. O banheiro normalmente é fora do prédio onde dormiremos e freqüentemente bastante básico. Não podemos garantir quartos individuais durante o trekking mesmo para aqueles pagaram o suplemento em Katmandu. Usamos os melhores lodges em cada vilarejo sendo que os requisitos usados para a escolha são limpeza, boa comida e hospitalidade. Os donos de todos os lodges são velhos amigos nossos e assim somos tratados durante nossa estadia.
 
Equipamentos
 
Com nossa experiência de anos nesta trilha desenvolvemos uma completa lista de roupas e equipamentos para serem levados para o Nepal ou comoprados lá. Parte desta roupa pode ser deixada em Katmandu (o que não será útil na trilha), e o restante será colocada em um duffle bag (grande bolsa de cordura com ziper que pode ser comprada em Katmandu) e levada por nossos carregadores. No ato da inscrição você receberá uma cópia desta lista, assim como a indicação de onde comprar (Brasil ou Katmandu).
 
Dificuldade
 
O grau de dificuldade de uma trilha é bastante subjetivo. O que é uma trilha fácil para um, é impossível para outro dependendo da forma física, experiência, idade e mais do que tudo motivação. Apesar disso, de um modo geral, costuma-se classificar a trilha do campo base do Everest em grau médio de dificuldade. As distâncias percorridas a cada dia são pequenas, de um modo geral não mais de 10 quilômetros, a acomodação confortável, a comida boa e variada, e acredite, tudo isso influencia na maneira como você percebe a dificuldade de uma caminhada. Como fator de dificuldade, a altitude é grande e por muitos dias permanecemos acima de 4.000 metros. Também o frio dificulta um pouco, mas com bom equipamento, essa dificuldade é contornada. Como resumo, podemos dizer que uma pessoa saudável, em regular estado de preparo físico poderá fazer esta trilha sem maiores problemas. Recomendamos um preparo físico de pelo menos 3 meses para aqueles que são sedentários. Caminhadas, bicicleta e aparelhos como step nas academias são treinos efetivos para o que vamos enfrentar na trilha. Mas, mais do que tudo, desfrutar o que esta trilha nos oferece será o melhor incentivo para completar cada dia com um sorriso nos lábios.
 
Quanto devo levar de dinheiro?
 
A alimentação em Katmandu é boa, variada e barata e com US$ 20 por dia comemos duas boas refeições. Taxas de embarque nos aeroportos e gorjetas não estão incluídas e o artesanato é bonito e barato. Importante: Nossa recomendação é levar o dinheiro dividido em Cartão de Débito (não é cartão de crédito, mas um cartão que possa ser retirado dinheiro em caixas eletrônicos lá), cartão de crédito normal (Visa ou Mastercard, eles não aceitam American Express) e Dólar ou Euro. Se levar dólares, lembrar que devem ser as notas novas, com as caras dos presidentes “grandes” e não as notas antigas. Também, de preferencia, que não contenham nenhuma rasura.
 
Fora isso, durante o trekking gastaremos ao redor de US$ 3 a 4 por banho (todos os lodges oferecem banhos com água quente), recarga de eletrônicos (em média US$ 4,00 por hora), bebidas engarrafadas (não estão incluídas), telefone por satélite (US$ 3 por minuto) e a gorjeta de nossa equipe que recomendamos que seja de US 100 por pessoa. Além disso, ao chegar ao aeroporto tiraremos o visto do Nepal com um custo de US 40 (precisa uma foto 3x4). Precisa de três fotos 3x4 para a permissão de trekking.
 
Seguro com resgate de helicóptero
 
É tranqüilizante saber que, se algo acontecer, você pode ter tratamento gratüito nos melhores hospitais ou, se for o caso, ser transportado a um dos países vizinhos (Tailândia ou Cingapura) com melhor atendimento médico sem custo. Também sua bagagem está segurada no caso de extravio durante os vôos. Toda ocorrência deve ser comunicada o mais rapidamente possível à companhia de seguros. Leia com muita atenção seus direitos e deveres perante a seguradora para não haver problemas futuros.
 
Além disso, a partir deste ano o Ministério de Turismo do Nepal exige que cada pessoa que fizer trekking no Nepal apresente um seguro de viagem que cubra o resgate por helicóptero.
 
Nepal é um país seguro?
 
Violência é uma coisa pouco comum na Ásia como um todo e no Nepal ainda mais rara. Você poderá com tranqüilidade caminhar pelas ruas a qualquer hora do dia ou da noite. Aliás, esse é um dos aspectos surpreendentes de viajar pelo Nepal. Apesar da pobreza extrema do país e de seus habitantes, a doutrina do Karma, lei da Causa e do Efeito, seguida tanto por hindús como por budistas, desestimula a prática da violência como método de melhoria de suas condições de vida.
 
Além disso, após longos anos de guerra civil (que nunca afetou os turistas), o Nepal está no momento em um processo de volta as condições normais político-sociais.
 
Como são os abrigos de montanha?
 
A cada ano que passa os abrigos estão ficando mais confortáveis. De um modo geral são construções de pedra e madeira de dois andares. No andar de baixo ficam a cozinha e a sala de refeições. Nesta sala existem mesas e bancos cobertos de tapetes tibetanos e uma salamandra que é ligada ao redor das 17 horas deixando a sala aquecida. No andar de cima são os quartos, cada um com duas camas razoavelmente estreitas com travesseiros. Os quartos não são aquecidos. O banheiro que tradicionalmente era fora, em uma pequena casinha de madeira e com um buraco no chão (sem muito mau cheiro ou moscas devido ao frio e a altitude), hoje mais e mais está dentro do abrigo e com privada de louça. Também o chuveiro costumava ser fora (e em alguns abrigos ainda é) com um balde acima do teto onde era colocado 20 litros de água quente. Mais uma vez, isto está mudando e com mais frequência são dentro da casa e aquecidos a gás. É possível tomar banho em todos os abrigos com exceção de Gorak Shep, nossa noite mais alta. Mas, devido ao frio e o fato do ar ser muito seco, não há necessidade de banho todos os dias.
 
Vacinas
 
Para passageiros viajando com passaporte brasileiro é obrigatório ter a vacina de Febre Amarela. Recomendamos também as vacinas de Hepatite A e Febre Tifóide. Recomendamos conversar com o seu médico sobre vacinação e fazer uma consulta a um dos serviços de Medicina dos Viajantes. Esses serviços são disponíveis no Laboratório Fleury (011 319 0828 com o Dr Jessé) ou no Hospital Emílio Ribas de segunda a sexta feira das 12 às 17 horas (011 3896 1400 com a Dra Tânia).
 
Visto
 
Brasileiros podem tirar visto do Nepal na chegada e custa US$ 40 por um mês. Necessita uma foto 3x4 para o visto e uma foto 3x4 para o permit do trekking.
 
Seguro
 
Para esta viagem é obrigatório o seguro de viagens que inclua resgate por helicóptero.

 

Guias da Trilha

  • Manoel Morgado

    Para Manoel Morgado viajar sempre foi parte integral de sua vida. Desde muito jovem aventurou-se primeiro pelo Brasil e depois pelos países da América do Sul. Em 1980 formou-se em medicina e fez especialização em pediatria, mas antes de começar a trabalhar seguiu para uma longa viagem de dois anos de duração pela Europa e Ásia e este ano na Ásia acabou sendo determinante em sua história de vida. Voltando ao Brasil trabalhou como pediatra por cinco anos, mas acabou percebendo que necessitava unir trabalho com viagens e voltou para a Ásia onde viajou por outros três anos. Em 1992 abriu sua primeira empresa de turismo levando brasileiros para viajar pelos lugares que amava. Desde então guiou centenas de pessoas por inúmeros países. Em sua convivência com as culturas asiáticas acabou entrando em contato com yoga, meditação e budismo que influenciaram profundamente sua maneira de ver o mundo. Também teve a oportunidade de praticar vários esportes de aventura como kayaking, rafting, ciclo turismo, escalada em rocha e em gelo. Mas estar rodeado por montanhas nevadas é o que faz com que se sinta mais realizado. Manoel já escalou dezenas das principais montanhas do mundo incluindo as mais altas da América do Sul (Aconcagua), da América do Norte (McKinley), da Europa (Elbrus), da África (Kilimanjaro), da Oceania (Kosciuszko), além das mais altas da Bolívia (Sajama) e do Equador (Chimborazo). Em setembro de 2009 escalou o Cho Oyu, (8201 metros) a sexta mais alta montanha do planeta e em maio de 2010 colocou os pés no cume do Everest tornando-se o oitavo brasileiro a lograr este feito.

Depoimentos

  • Laércio
    Boa tarde , Paulo!
    Gostei sim da viagem. Muito!
    Fui o único do grupo a não ter algum sintoma do mal de montanha, a não perder o apetite, a não perder o sono, a não precisar tomar algum remédio...
    Subi o Kala Patar, fui até o campo base!
     
    Nasci mesmo para fazer esse tipo de esporte.
    A equipe do Manoel Morgado é ótima! E o Manoel é um guia brilhante!
    Gostei muito do seu atendimento aí na Pisa. Você também me ajudou muito. Esclareceu as minhas dúvidas, me auxiliou no que foi preciso!
    Grande Abraço!
    Laercio
  • Fernando Cominato
    Oi Tainah!
    Obrigado por tudo, deu tudo certo, foi uma beleza esse trekking!
    Fico muito grato e feliz, realizei um sonho, muitas impressões, lugares e pessoas que marcaram minha vida para sempre!
    Bjs!
    Fernando
  • Stella Truffi
    Oi Leticia
     
    Tudo bom?
    Eu adorei a viagem!!!Deu tudo super certo p/ mim.
    Achei o Manoel um otimo guia, ele conhece o lugar super bem e é super preparado p/ lidar com emergências e foi super rapido e atencioso com todos que precisaram. No meu grupo tivemos 3 resgastes de helicoptero !! E ele foi sensacional em todas as emergências.
    Os guias locais foram super bons, até o português eles arranhavam e estavam sempre prontos p/ nos ajudar a carregar as mochilas, e providênciar o que precisassemos. 
    Resumo: Foi tudo otimo.O lugar é indescritível!!! O grupo foi bem bacana.
     
    Bjs
    Stella
  • Leandro Ferrari
    Foi sensacional a viagem, mas é difícil passar em palavras a sensação de conhecer pessoalmente os pontos mais altos da Terra. Ver os últimos raios de Sol tingindo o cume do Everest de vermelho é indescrítivel. Essa viagem ao Campo Base do Everest não foi nada fácil, e creio que é a opinião dos 24 que estavam na expedição, mas todos sairam muito contentes por conhecer um dos lugares mais remotos do mundo. 
    Viajar com o Manoel como médico, devo dizer, foi muito importante, uma vez que somente uns 3 ou 4 não tiveram algum tipo de complicação durante a viagem, por isso, a opinião de que ter viajado com ele valeu a pena não é só minha. Como guia também foi excelente, já que ele e seu grupo conhecem toda a região e as vilas - além de ele nos passar informações das culturas hindus e budista. O nosso grupo era grande, o mais novo tinha acho que 13 ou 14 anos e o mais velho 63, havia pessoas bem preparadas fisicam ente e outros nem tanto, mas para mim o Manoel conseguiu gerenciar muito bem todas as situações adversas - estava sempre disposto a ajudar, inclusive cuidando de colegas durante a noite. Pode ter certeza que indico o Manoel como guia.
     
    Enfim, foi muito válido a experiência e fiquei bem contente. Já me perguntaram se valeu a pena e eu sempre digo que sim, pois não só eu, como todos os que tiveram algum tipo de problema (dor de cabeça, diarréia, etc.) sabíamos que algo do tipo poderia ocorrer por causa da natureza da viagem.
     
    Gostei tanto da experiência que estou pensando em escalar o Aconcagua em janeiro. Vamos ver.
     
    Atenciosamente,
     
    Leandro

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