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Tanzânia - Trekking ao topo do Kilimanjaro com Manoel Morgado

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10 DIAS E 9 NOITES

Nível de dificuldade:

- Radical -
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A ideia de estar no cume mais alto de um continente é fascinante. Quando este continente é a África, esta ideia fica ainda mais atraente. A subida nos leva desde a floresta tropical da base até a vegetação alpina do cume a 5895 metros de altitude. Existem várias rotas para se chegar ao cume do Kilimanjaro e em nossa expedição usaremos a rota Rongai. O custo de cada uma dessas rotas varia, sendo que as mais baratas são, sem dúvida, as mais populares. A escolha da rota Rongai se baseia na variedade da paisagem encontrada, na beleza do caminho e, mais do que tudo, pelo fato de ela ser muito menos usada do que as outras por ter um custo um pouco maior. Assim, dividiremos os acampamentos com menos grupos e teremos também muito menos gente nas trilhas.

 

Pontos de Interesse

Guia Brasileiro: Manoel Morgado / Nalemoru / Rongai / Sekimba / Caverna Kikelewa / Mawenzi Tarn Hut / Mawenzi Peak / School Hut / Uhuru Peak - 5895 metros / Horombo Hut

Sobre a Trilha

O grau de dificuldade de uma trilha é bastante subjetivo. O que é uma trilha fácil para um é impossível para outro dependendo da forma física, experiência, idade e mais do que tudo motivação.
 
De um modo geral os dias não são difíceis. Nosso primeiro e terceiro dia serão de apenas 3 a 4 horas de caminhada em um ritmo tranqüilo. O segundo será um pouco mais difícil com ao redor de oito horas de caminhada (contando com paradas para comer e descansar) e o quarto, dia de aclimatação, será de ao redor de 5 a 6 horas. O quinto e o sétimo dia serão de ao redor de seis horas. Mas, o dia do cume é um dia bastante duro pelo desnível vertical de 1140 metros e pela altitude que chegaremos, 5895 metros. Como fatores positivos, nossa aclimatação será bastante cuidadosa e não dormiremos a uma altitude extrema. Recomenda-se uma boa forma física.
 
Por que fazer?
 
Guia de Viagem: Oferecemos muito mais segurança em termos de saúde devido ao fato do guia, Manoel Morgado, ser médico com grande experiência em medicina de montanha e levar consigo um kit completo de primeiros socorros, oxímetro, oxigênio, rádios VHF e telefone por satélite. 
 
Trekking e Aclimatação: Nosso itinerário é um dos mais lentos nesta trilha , com um dia extra para aclimatação possibilitando uma cuidadosa aclimatação e com isso temos um trekking mais seguro e mais agradável e uma chance muito maior de cume.
 
Rota: A rota que utilizamos é uma das menos utilizadas por ter um custo maior. Com isso temos acampamentos com menos grupos e trilhas mais vazias. Este fato é muito importante no Kilimanjaro, já que para cada cliente temos ao redor de 10 staff, ou seja, cada grupo coloca na montanha ao redor de 100 pessoas e as trilhas mais populares como a “coca cola ou a whisky” são desagradavelmente cheias com filas de trekkkers e carregadores. 
 
Telefone: Nosso cliente pode ser contatado diariamente por seus familiares ou seu trabalho possibilitando a ida de pessoas que teriam dificuldade de se afastar de sua família ou seu negócio por esse período de tempo.

 

Dia a Dia

14/06 - 1º Dia - CHEGADA EM ARUSHA

Chegada ao Aeroporto Internacional de Kilimanjaro e traslado a Arusha a 1380 metros de altitude. Hospedagem no Hotel Mount Meru, (http://www.mountmeruhotel.com), um confortável hotel 4* com fácil acesso ao centro de Arusha e no entanto em uma região quieta da cidade.
 
Pernoite em Hotel


15/06 - 2º Dia - ARUSHA NATIONAL PARK

Após o café da manhã, safari fotográfico no Arusha National Park (www.tanzaniaparks.com/arusha.html). Este parque, embora não seja habitado pelos grandes predadores, é habitat de zebras, girafas, hienas, búfalos e uma infinidade de flamingos cor de rosa. De lá, em dias claros, poderemos ter nossa primeira visão do Mt Kilimanjaro. A tarde voltaremos ao nosso hotel em Arusha onde faremos um breefing do programa da escalada.
 
Pernoite em Hotel
 
Café da manhã


16/06 - 3° Dia – ARUSHA / SEKIMBA - 2600m

Após o café da manhã, traslado à entrada do parque nacional na rota Rongai. Após nos registramos no parque iniciaremos nosso trekking com uma caminhada por uma floresta de pinheiros onde podem ser vistos macacos Colobus. Nossa caminhada será de aproximadamente 4 horas de duração até chegarmos ao acampamento Sekimba a 2600 metros de altitude. A partir de hoje, nossa acomodação será em barracas e comeremos em uma barraca refeitório com mesas e banquinhos. Também teremos dois banheiros com privadas portáteis e uma barraca chuveiro (exclusividade da Morgado Expedições no Kilimanjaro).
 
Pernoite em barraca dupla
 
Pensão Completa


17/06 - 4° Dia – SEKIMBA / KIKELEWA CAVE - 3600m/

Hoje caminharemos entre 6 a 7 horas ganhando 1000 metros de altitude até a caverna Kikelewa (3600 metros) onde acamparemos. Conforme formos ganhando altitude a paisagem dará lugar a uma vegetação mais rasteira e as nuvens, tão comuns nesta região em terras mais baixas, ficarão abaixo de nós e começaremos a ter vistas lindas do Kilimanjaro.
 
Pernoite em barraca dupla
 
Pensão completa


18/06 - 5° Dia – KIKELEWA CAVE / MAWENZI TARN HUT - 4330m

Hoje teremos um dia mais curto com aproximadamente 4 horas de caminhada até o Mawenzi Tarn Hut (4330 metros), de onde teremos magníficas vistas do Kilimanjaro e o Mount Mawenzi. Também veremos pela primeira vez a planta característica desta região, o Senecio Kilimajaris.
 
Pernoite em barraca dupla
 
Café da Manhã


19/06 - 6º Dia - MAWENZI PEAK - 5150m

Hoje, faremos uma caminhada de aclimatação e voltaremos a dormir no mesmo acampamento. Este é um dia importante, normalmente não incluído nos roteiros. Com este dia extra a 4330 metros aumentamos não só nossa chance de cume, mas também garantimos que faremos o cume nos sentindo bem, sem dores de cabeça e bem dispostos. Subiremos as encostas do Mawenzi Peak com 5150 metros ganhando ao redor de 400 a 600 metros de altitude em relação ao nosso acampamento. Esta caminhada tem duração de aproximadamente 4 a 5 horas.
 
Pernoite em barraca dupla
 
Pensão Completa


20/06 - 7° Dia – MAWENZI TARN HUT/ SCHOOL HUT - 4750m

Hoje ganharemos mais 420 metros em uma linda caminhada de 5 a 6 horas de duração até o School Hut (4750 metros), também de propriedade de nosso operador e de uso exclusivo nosso. Este abrigo tem dois quartos com um grande beliche com colchões e tem capacidade para 14 pessoas cada quarto. A falta de privacidade é compensada pela praticidade de estar em um quarto com luz elétrica para preparar-nos para nosso dia de cume. Descansaremos durante a tarde e iremos dormir às 18 horas após um bom jantar. Acordaremos às 23 horas, tomaremos o “café da manhã” e partiremos para o cume da África.
 
Pernoite em barraca dupla
 
Pensão Completa


21/06 - 8° Dia – SCHOOL HUT / UHURU PEAK (CUME 5895m) / HOROMBO HUT

Hoje é o tão esperado dia! Sairemos à meia noite rumo ao nosso objetivo, o topo da África! Conforme progredimos, nossa trilha irá se tornando cada vez mais íngreme até chegarmos ao Gilmans Point a 5685 metros de onde teremos um inesquecível nascer do sol ao lado dos campos nevados. Após um pequeno descanso, seguiremos pela borda da cratera até o Uhuru Peak, o verdadeiro cume do Kilimanjaro, a 5895 metros. Nossa subida ao cume da África demorará ao redor de 7 a 8 horas, mas cada passo valerá a pena pela vista que teremos lá de cima. Desceremos então por outras 6 horas e 2100 metros até o Horombo Hut. Esta descida será feita por uma outra rota, fazendo um trajeto circular.
 
Pernoite em barraca dupla
 
Pensão Completa


22/06 - 9° Dia – HOROMBO HUT / MARANGU GATE / ARUSHA

Nosso último dia de caminhada nos levará, após 6 horas e 20 quilômetros, ao Marangu Gate onde nossa van nos estará esperando para levar-nos de volta a Arusha e ao nosso hotel. Apesar de estarmos sonhando com os confortos de nosso hotel nos deliciaremos com esta caminhada por entre a linda floresta equatorial da região do Kilimanjaro.
 
Pernoite em Hotel
 
Café da Manhã e Almoço


23/06 - 10° Dia – KILIMANJARO / ORIGEM

Pela manhã, traslado ao aeroporto internacional de Kilimanjaro para nosso vôo de volta.
 
Café da manhã
 
 
A programação acima poderá sofrer modificações devido a fatores climáticos, de acesso ou que possam interferir na segurança dos participantes.


O que está Incluso

Inclui
- Traslados do Aeroporto / Hotel / Aeroporto (somente nos dias de chegada e saída do roteiro)
- Traslado Hotel / Início do trekking / Hotel
- Traslados do aeroporto internacional de Kilimanjaro a Arusha e de Arusha ao começo da trilha e do fim da trilha a Arusha e ao aeroporto
- 2 pernoites em Arusha no Hotel Mount Meru ou similar em quartos duplos com café da manhã
- Safari fotográfico no Arusha National Park com um dia de duração
- Barracas duplas durante o trekking
- Alimentação completa durante o trekking
- Equipe completa com o guia Manoel Morgado, guias locais (um guia local para cada 2 ou 3 clientes), carregadores e equipe de cozinha
- Barraca refeitório com mesa e banquinhos, barraca banheiro, barraca cozinha e barraca chuveiro
- Ingresso ao parque nacional e demais taxas
- Os carregadores levarão até 15 quilos de bagagem por cliente e carregadores extras podem ser contratados caso haja necessidade (US 100 por carregador levando até 18 quilos). Esses quilos do carregador extra podem ser divididos entre dois ou mais clientes
- Brindes especiais Pisa Trekking
 
Não Inclui
- Vôos internacionais e taxas de embarque
- Traslados, refeições e hospedagem em Johannesburg
- Vistos ou gorjetas
- Seguro viagem - Recomendamos o World Nomads - www.worldnomads.com.br

O que levar

PÉS
 
- Botas de caminhada.
Devem ser específicas para trekking e cobrir o tornozelo. Compradas com antecedência e "amaciadas". Se você já tem a sua e se ela já tem mais de cinco anos, mesmo em bom estado, substitua por uma nova. Tanto a cola como os materiais ressecam com o passar do tempo e existe o risco de descolamento da sola.
- Um par de tênis para Arusha e safári.
- Um par de sandálias ou chinelos. O ideal são "papetes", pois podem ser usadas com meias durante o trekking, para descansar os pés enquanto estamos no acampamento.
- Meias para trekking.
 O ideal são meias de trekking de lã ou outro material térmico. Essas meias devem ser específicas para trekking, compradas em casas especializadas. Você vai notar que as meias de trekking são bastante caras, mas pense que estará andando por muitos dias. É importante ter os pés secos, confortáveis e quentes. Você vai notar que as meias de trekking são bastante caras, mas pense que estará andando por muitos dias. É importante ter os pés secos, confortáveis e quentes. 
Para quem tem extremidades frias é recomendado levar também meias finas ou liners de material térmico tipo capilene ou polipropileno.
- Um par de sandálias ou chinelos. O ideal são "papetes" ou Crocs, pois podem ser usadas com meias, para descansar os pés após chegarmos ao lodge ou no acampamento.
 
PERNAS
 
- Roupa de baixo (ceroulas ou minhocão e camisetas de mangas longas)
- Calças térmicas(segunda pele) tipo capilene ou polipropileno são bastante quentes e têm a vantagem de deixar seu corpo seco mesmo quando você transpira
- Calça de supplex plano ou tactel. Estes novos matérias de calças de trekking são mais justos já que de material stretching e resistentes a água secando com muita facilidade e sujando menos.
- Calça de fleece fino para usar a noite nos lodges ou barracas refeitórios ou então como uma camada extra nos dias mais frios.
- Um short ou bermuda. Pode ser também uma calça com zíper na perna.
 
TRONCO
 
- Blusas térmicas(segunda pele) tipo capilene ou polipropileno são bastante quentes e têm a vantagem de deixar seu corpo seco mesmo quando você transpira
- Camisetas de manga curta e camisetas de manga longa (além da roupa de baixo), de preferência de material tipo dry fit.
- Um pulôver de "fleece" grosso e um fino
- Um casaco de pena de ganso 

- Anorak com gorro, de preferência de material respirável como Gore Tex. Este anorak deverá ser bastante fino e ocupar pouco espaço, já que estará dentro de sua mochila todos os dias. Evitar anoraks forrados de fleece. Existem vários modelos, mas o importante é buscar um com capuz ajustável, zíper em baixo dos braços para melhor ventilação.
 
CABEÇA
 
- Um gorro de lã ou de material térmico que cubra as orelhas e um cachecol ou Balaclava (Buff ou Ecohead)
- Boné com ou sem proteção para o pescoço
 
MÃOS
- 1 par de luvas finas de material térmico(segunda pele).
- 1 par de luvas grossas. A luva grossa deve ser grande o suficiente para ser usada com a fina por baixo sem comprimir as pontas dos dedos.
- 1 par de luvas liners. para ser usado sob os mittens. Tem de ser o mais fina possível para não isolar os dedos, mas ao mesmo tempo não deixar a pele exposta quando for necessário tirar os mittens.
- 1 par de mittens.(luvas sem dedos)
 
EQUIPAMENTOS PARA O TREKKING
 
- Óculos escuros com filtro UV. Levar dois pares por segurança, inclusive de grau, se usar.
- Uma mochila média de capacidade entre 35 a 50 litros com alças bem confortáveis e acolchoadas.
- Capa para mochila.
- Saco de dormir confortável para temperatura de menos 20 graus.
- Lanterna com pilhas e lâmpada reservas. Embora as head lamps (lanternas que são usadas presas na cabeça) não sejam obrigatórias, elas são muito mais práticas, já que deixam as mãos livres
- Bastões de caminhada.
 
MISCELÂNIA
 
Sacos estanque. É muito importante levar sacos estanque ou sacos plásticos para acomodar todas as suas roupas, sleeping bag, equipamentos eletrônicos, etc.
Se for levar sacos plásticos, opte por sacos mais grossos e resistentes.
Leve uma quantidade suficiente para tudo possa ser ensacado, tanto as coisas que irão na mochila com você quanto as coisas que irão no duffle bag com os carregadores. É interessante ter sacos de vários tamanhos, como por exemplo um grande para o sleeping bag, alguns de tamanho médio para roupas e um pequeno para documentos e aparelhos eletrônicos. 
 
NÃO PODEMOS GARANTIR QUE, NUM DIA DE CHUVA, O MATERIAL QUE ESTIVER NO DUFFLE BAG COM OS CARREGADORES NÃO IRÁ MOLHAR.
 
- Traga um despertador. Os celulares não funcionam muito bem e em algumas viagens não conseguimos recarregar a bateria.
- Purificador de água a base de iodo (é o mais efetivo) em comprimidos. Se não for encontrado pode ser usado também o cloro
- 1 Pee Bottle. Este é um cantil de boca larga para ser usado como urinol a noite para não termos de sair do quarto para urinar. Para mulheres que não se sentem confortáveis em usar um cantil sugerimos comprar um tupeware cilíndrico de ao redor de 15x15 centímetros.
- Cantil de 1 litro. Os cantis de plástico duro são os mais recomendados, principalmente os de boca larga. Como enchemos os cantis nos riachos, não é recomendável qualquer cantil que seja recoberto por tecido, pois molha.
- Filtro solar com proteção mínima fator 25 e protetor labial com filtro solar
- Artigos de toalete
- Toalha. Recomendamos comprar uma wet towel, toalha de material sintético que deve ser guardada molhada e com isso não fica com mau cheiro
- Lenços de papel em grande quantidade (nas montanhas, devido ao ar frio e seco, a coriza é constante)
- Duffle Bag. Saco de cordura ou nylon grosso para os carregadores / mulas levarem seu equipamento durante o trekking ou escalada. Trazer um dufle bag grande com 100 litros.
- Cadeado de tamanho médio para o duffle bag, recomendamos os de segredo ao invés de chave, são mais práticos.
- Para mulheres, absorventes higiênicos
- Máquina fotográfica, de preferência máquinas leves com bateria com grande duração ou levar baterias extras.
- Recomendamos levar dois snacks por dia de expedição, para comer entre as refeições. Por um snack entende-se a quantidade de calorias equivalente a uma barra de cereais. Pode ser chocolate, frutas secas, nozes, barra de cereais, castanhas, bolachas etc.
- 2 rolos de papel higiênico.
- Lenços umidecidos. Após limpeza com os lenços umidecidos recomendamos usar talco para tirar a sensação pegajosa que os lenços deixam.
- Lenços de papel em grande quantidade (nas montanhas, devido ao ar frio e seco, a coriza é constante).
- Para ser usado após fazer a higiene com os lenços umedecidos. Dá uma sensação de limpeza maior. Trazer uma embalagem pequena.
- Envelopes que ao reagir com o ar liberam calor por aproximadamente 8 horas. Existem modelos específicos para as mãos e para os pés. Mas se não encontrar, pode-se usar os de mãos para os pés e vice e versa.
- Levar artigos essenciais como sabonete, escova e pasta de dentes, desodorante, aparelho de barbear e hidratante.
- Diário. É interessante registrar suas emoções no momento que você está vivendo esta expedição.
- Livros. Opcionais. Uma boa idéia é levar um Kindle que é mais leve e tem bateria longa.
- Medicamentos de uso pessoal. Trazer do Brasil. Recomendamos a seguinte lista:
 
Diamox para tratamento de Mal de Altitude;
Ciprofloxacina para tratamento de diarréia bacteriana;
Azitromicina para tratamento de infecções bacterianas das vias respiratórias;
Analgésicos como Novalgina ou Paracetamol;
Descongestionante nasal como Naldecon diurno e noturno;
Rehidratante oral em pó;
Antiinflamatório;
Imodium, para diarréia;
Fibra como Metamucil caso você tenha tendência para obstipação.
 
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE : O ÚNICO ITEM DO EQUIPAMENTO QUE PODE SER ALUGADO NA TANZÂNIA É O SLEEPING BAG QUE CUSTA AO REDOR DE US 50 PELA EXPEDIÇÃO, MAS NÃO GARANTIMOS A QUALIDADE OU LIMPEZA DELE. SE POSSÍVEL TRAZER DO BRASIL.

Informações Importantes

- A temperatura esperada durante a viagem variará de 25 graus no começo do trekking até ao redor de 10 graus negativos no dia de cume.

- Não há risco de malária na montanha, mas temos que tomar cuidado em Moshi, na noite de chegada e na última noite e também durante os safaris, caso você opte por fazer um. Recomendamos conversar com o seu médico sobre vacinação e fazer uma consulta ao um dos serviços de Medicina dos Viajantes. Esses serviços estão disponíveis no Laboratório Fleury ou no Hospital Emílio Ribas, de segunda a sexta feira das 12 as 17 horas.
 
- Vacinas:
Obrigatório: Vacina de Febre Amarela
Recomendado:
Hepatite - A e B
Meningite 
Malária - Recomendado o Profilatico
Febre Tifóide
 
- O visto pode ser tirado na chegada e custa US 50 (sujeito a frequentes mudanças).
- Viagem recomendada para adolescentes com mais de 14 anos.
- Recomendamos que pessoas com mais de 50 anos visitem um cardiologista para uma avaliação cardiológica antes da viagem.

Hotelaria

Guias da Trilha

  • Manoel Morgado

    Para Manoel Morgado viajar sempre foi parte integral de sua vida. Desde muito jovem aventurou-se primeiro pelo Brasil e depois pelos países da América do Sul. Em 1980 formou-se em medicina e fez especialização em pediatria, mas antes de começar a trabalhar seguiu para uma longa viagem de dois anos de duração pela Europa e Ásia e este ano na Ásia acabou sendo determinante em sua história de vida. Voltando ao Brasil trabalhou como pediatra por cinco anos, mas acabou percebendo que necessitava unir trabalho com viagens e voltou para a Ásia onde viajou por outros três anos. Em 1992 abriu sua primeira empresa de turismo levando brasileiros para viajar pelos lugares que amava. Desde então guiou centenas de pessoas por inúmeros países. Em sua convivência com as culturas asiáticas acabou entrando em contato com yoga, meditação e budismo que influenciaram profundamente sua maneira de ver o mundo. Também teve a oportunidade de praticar vários esportes de aventura como kayaking, rafting, ciclo turismo, escalada em rocha e em gelo. Mas estar rodeado por montanhas nevadas é o que faz com que se sinta mais realizado. Manoel já escalou dezenas das principais montanhas do mundo incluindo as mais altas da América do Sul (Aconcagua), da América do Norte (McKinley), da Europa (Elbrus), da África (Kilimanjaro), da Oceania (Kosciuszko), além das mais altas da Bolívia (Sajama) e do Equador (Chimborazo). Em setembro de 2009 escalou o Cho Oyu, (8201 metros) a sexta mais alta montanha do planeta e em maio de 2010 colocou os pés no cume do Everest tornando-se o oitavo brasileiro a lograr este feito.

  • Agnaldo Gomes

    Agnaldo Gomes é formado em Geografia pela PUC - São Paulo. É guia de montanha há 15 anos e pratica esportes outdoor há 25. A paixão pelas montanhas nasceu nas aulas de Geografia, quando cursava o ensino médio e desde então o amor pelas montanhas e a necessidade de estar ao ar livre somente aumentou. Tem em seu currículo expedições em alta montanha, travessias de bicicleta e caiaque oceânico. Em 1990 fez sua primeira expedição em altitude, no Aconcágua, na Argentina. Realizou cursos de escalda em rocha, gelo e primeiro socorros. Participou e liderou expedições nas montanhas mais altas de vários países, entre elas o Aconcágua na Argentina,Huascaran e o Pisco no Peru, Cotopaxi, Illiniza e Chimborazo, no Equador, Huyana Potosi, Pequeno Alpamayo, Illimani e Sajama, na Bolívia, Elbrus, na Rússia,Kilimanjaro, na Tanzânia e o Island Peak, no Nepal. Em setembro de 2013 participou de uma expedição ao Cho Oyu, a sexta mais alta montanha do planeta, com 8201 metros, localizado na fronteira do Nepal com o Tibete. Alcançou o cume no dia primeiro de outubro e se tornou um dos poucos alpinistas brasileiros a ter escalado uma montanha com mais de 8000 metros.

Depoimentos

  • Ana Licia
    Paulo,
    Só tenho a dizer que a expedição para o Elbrus foi incrível!
    A experiência de ser guiada pela primeira vez pelo Manoel Morgado foi um privilégio! Um cara tão experiente, com quem tive oportunidade de aprender muito! E também um médico extremamente cuidadoso com a nossa saúde durante toda a escalada! O grupo não podia ser melhor: onze pessoas divertidíssimas e muito animadas!
    O Monte Elbrus nos recebeu de braços abertos! O ataque ao cume foi com tempo estável e quando amanheceu, o céu nos presenteou com um sol brilhante! 
    Obrigada Monte Elbrus, Pisa Trekking e toda a esquipe do Manoel Morgado!
    Bjs
    Ana Licia