Pisa Trekking Aventura Levada a Sério

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Trekking na Mongólia com Agnaldo Gomes

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EXPERIÊNCIAS:

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15 DIAS E 14 NOITES

Nível de dificuldade:

- Radical -
Valor a partir de:

US$ 4.800,00

Terrestre

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Sob muitos aspectos a Mongólia é um país único. Um dos menos populosos países do mundo com uma área de um milhão e meio de quilômetros quadrados e uma população de apenas 3 milhões de habitantes sendo que um milhão vive em Ulaan Baatar, a capital, e um milhão e meio sendo nômades espalhados pelo país. A mais forte impressão ao se visitar a Mongólia é de espaço, enormes áreas de estepes e deserto. Mas, a verdadeira beleza do país está escondida em um pequeno canto a 1.600 km ao noroeste da capital na divisa da Mongólia com a China e a Sibéria, as montanhas Altai. Virtualmente desconhecidas, essas montanhas oferecem cenários deslumbrantes e variados com lagos glaciares, florestas temperadas, vales semi áridos, passos nas montanhas e picos nevados. Lá também teremos a oportunidade de observar o modo tradicional de vida dos nômades emigrantes do Kazaquistão que, com certeza, nos convidarão para um almoço, já que a hospitalidade é a regra entre eles. E é nesta região que a Pisa Trekking levará você para um trek de 9 dias com a subida do Malchin, uma montanha de 4.100 metros de altitude, de onde se tem uma vista espetacular das montanhas ao redor e do maior glaciar do país. E, claro, um dia assistindo o maior festival da Mongólia, o Naadam, a “olimpíada das estepes”, com corridas de cavalos com jóqueis de 5 a 9 anos de idade, luta livre e competições de arco e flecha.
 
Oferecemos também uma extensão de 3 noites em Beijing com um guia local visitando a Cidade Proibida, o Templo do Paraíso e com uma lindíssima caminhada pela Grande Muralha em sua parte mais íngreme.

Sobre a Trilha

9 dias de trekking
Distancia total: 139km
Subida acumulada total: 4.070m
Descida acumulada total: 3.490m
 
Neste trekking não temos grandes altitudes, nem frio extremo, já que a noite mais alta será a 3.100m e o ponto mais alto que atingimos é 4.100 metros. Os dias de caminhada tem em média 5 horas perorrendo, aproximadamente, 15km e as subidas, de um modo geral, são suaves. Teremos banhos quentes em quase todas as tardes, já que, por boa parte da caminhada, teremos um carro de apoio nos acompanhando levando, inclusive, um gerador portátil para recarga de eletrônicos. 

Dia a Dia

08/07 - 1º Dia - CHEGADA A ULAAN BAATAR

Chegada a Ulaan Baatar, a capital da Mongólia. Consulte-nos sobre opções de voos a partir da sua cidade de origem. Na chegada, traslado ao hotel e restante do dia livre. Sugerimos visitar o Museu Nacional, onde se pode aprender sobre a longa história da Mongólia com ênfase no período de maior grandeza, nos reinados de Gengis Kan, seu filho Ogedei Kan e seu neto Kublai Kan. No final da tarde assistiremos a uma apresentação das artes típicas da Mongólia com danças, canções acompanhadas de instrumentos tradicionais e o famoso Throat Singing. 
 
Sem refeições inclusas;
Pernoite em Ulaan Baatar.


09/07 - 2º Dia - ULAAN BAATAR / ULGI / FESTIVAL NAADAM

Pela manhã bem cedo, traslado ao aeroporto e voo de 1.600 quilômetros e três horas a Ulgi, a capital do estado mais a noroeste do país. Restante do dia livre para conhecer a região. Dependendo do horário de chegada a Ulgi, partiremos diretamente do aeroporto para um acampamento nômade ao redor de 2 horas de viagem de Ulgi, onde assistiremos ao maior festival do país, o Naadam, a chamada olimpíada das estepes onde são feitas corridas de cavalo, lutas livres e competições de arco e flecha. Cada modalidade apresenta suas peculiaridades. A corrida de cavalos é disputada em grandes distâncias chegando a 25km e seus jóqueis são meninos de 5 a 9 anos. É o mais prestigioso dos três esportes. Luta livre é o único esporte exclusivamente masculino e os lutadores são extremamente fortes, porém, assim como no sumô, gordos. Usam uma roupa tradicional bem peculiar com uma bota de couro dupla, um pequeno shorts e uma mini blusa aberta na frente. Já o arco e flecha é pura precisão e elegância com os competidores, homens e mulheres, usando suas melhores roupas tradicionais. Ao contrário de 99% dos turistas que assistem o Naadam na capital, em um estádio de futebol, nosso Naadam será uma festividade local e onde a enorme parte dos espectadores é local.
 
Neste voo poderemos levar apenas 15kg de bagagam, incluindo a bagagem de mão. O excesso terá de ser pago (ao redor de US$3 por kg). 
 
Café da manhã;
Pernoite em acampamento nômade.


10/07 - 3º Dia - PREPARATIVOS PARA O TREKKING

Enquanto tomamos café da manhã. nosso representante organizará as nossas autorizações para entrada no parque nacional Altai Tavanbogd e estaremos prontos para partir rumo ao início de nosso trekking. A viagem de 200 km levará ao redor de 7 horas por uma estrada de terra bastante precária, mas com lindas vistas das montanhas e do rio de águas brancas que acompanharemos. Acamparemos a margem do rio. Hoje visitaremos uma família nômade que se dedica, além do pastoreio, à criação de águias para caça durante o inverno, um dos esportes mais típicos da Mongólia.
 
Café da manhã, lanche de trilha ou almoço e jantar;
Pernoite em acampamento.


11/07 - 4º Dia - INÍCIO DO TREKKING / LAGOS GLACIARES

A partir de hoje, acompanhados de nossos guias locais, cozinheira, camelos bactrianos de carga e seus cuidadores, iniciaremos nosso trekking seguindo uma sucessão de lindos lagos glaciares que refletem as montanhas nevadas ao nosso redor. Passaremos por rebanhos de yaks (bovino de altitude) e, possivelmente, gers (barracas de famílias nômades). A caminhada hoje será basicamente plana, com altitude de 2.150 metros. Acamparemos na beira do lago. Além de nossa equipe, por vários dias do trekking também seremos acompanhados por nosso carro de apoio que levará a barraca chuveiro, um pequeno gerador para recarga de eletrônicos e poderá levar algum cliente em um dia que não se sinta disposto a caminhar. 
 
Distância do trekking: 15,5km em 6h
Subida acumulada: 170m
Descida acumulada: 160m
 
Café da manhã, lanche de trilha ou almoço e jantar;
Pernoite em acampamento.


12/07 - 5º Dia - TREKKING / LAGOS E CULTURA LOCAL

Continuaremos hoje nossa caminhada ao lado de lindos lagos, com pouca variação de altitude. Passaremos por alguns acampamentos nômades onde, com certeza, seremos convidados a entrar e onde nos servirão chá, queijos, pães e a típica bebida local, o "airag", leite fermentado de égua. Acamparemos as margens de um lindo lago.
 
Distância do trekking: 23km
Subida acumulada: 190m
Descida acumulada: 190m 
 
Café da manhã, lanche de trilha ou almoço e jantar;
Pernoite em acampamento.


13/07 - 6º Dia - TREKKING / BOSQUES, FLORESTAS E LAGOS

Hoje nos despediremos da região plana dos lagos e seguiremos com subidas e descidas suaves entrando em um bosque repleto de flores silvestres. Após duas horas de caminhada chegaremos às margens de um maravilhoso lago encravado nas montanhas e cercado de florestas. Apesar de subirmos e descermos bastante, acamparemos basicamente na mesma altitude dos dias anteriores. Acampamento ao lado de um rio de águas brancas, a 2.160 metros, onde almoçaremos.
 
Distância do trekking: 15km em 5h
Subida acumulada: 400m
Descida acumulada: 360m 
 
Café da manhã, lanche de trilha ou almoço e jantar;
Pernoite em acampamento.


14/07 - 7º Dia - TREKKING / PEQUENOS RIACHOS

Começaremos nosso dia com pequenas subidas e descidas atravessando um terreno pantanoso a diversos pequenos riachos. Em seguida, iniciaremos uma subida bastante íngreme de 600 metros, saindo do vale em que estávamos e seguindo para o norte. Ao chegarmos no final do vale, acamparemos. Estaremos, então, no pé do passo que cruzaremos amanhã. Acamparemos a 2.870 metros de altitude, junto à nascente de um rio em um lindo gramado.
 
Distância do trekking: 16km
Subida acumulada: 700m
Descida acumulada: 125m 
 
Café da manhã, lanche de trilha ou almoço e jantar;
Pernoite em acampamento.


15/07 - 8º Dia - TREKKING / PRIMEIRO PASSO

Após o café da manhã iniciaremos a subida final ao passo. Após uma hora e meia de subida, chegaremos ao passo a 3.200 metros de onde teremos uma linda vista das montanhas tanto ao sul, de onde viemos, quanto ao norte, nosso destino. Na descida, olhando em direção ao passo, veremos lindos paredões de gelo cobrindo toda a face sul das montanhas. Após o almoço descida de 450 metros até chegarmos a um lindo platô, normalmente habitado por nômades da etnia Tui, que habitam tanto esta região como o Altai russo. Ao contrário dos cazaques que são muçulmanos, os Tui praticam uma mistura de budismo e animismo. Acamparemos próximo ao rio, a 2.700 metros de altitude.
 
Distância do trekking: 17km
Subida acumulada: 620m
Descida acumulada: 830m
 
Café da manhã, lanche de trilha ou almoço e jantar;
Pernoite em acampamento.


16/07 - 9º Dia - TREKKING / TRAVESSIA DE RIOS

Hoje, para descansar dos esforços do dia anterior, teremos um dia leve e curto. De nosso acampamento seguiremos primeiro em direção norte e depois em direção oeste, perdendo altitude até chegarmos no vale onde se encontra a entrada norte do Parque Nacional. No caminho teremos de cruzar vários rios onde, possivelmente, termos de tirar as botas e enfrentar as águas frias de degelo. Hoje pela primeira vez avistaremos as montanhas Altai com seus picos nevados. Acampamento na margem do rio, a 2.700 metros.
 
Distância do trekking: 10km
Subida acumulada: 120m
Descida acumulada: 270m
 
Café da manhã, lanche de trilha ou almoço e jantar;
Pernoite em acampamento.


17/07 - 10º Dia - TREKKING / CAMPO BASE MALCHIN E KHUITEN

Sairemos do vale e, por uma hora e meia, subiremos por uma encosta razoavelmente inclinada após a qual ganharemos altitude de maneira mais gradual até chegarmos ao campo base do Malchin e Khuiten. Conforme formos subindo, mais e mais montanhas nevadas aparecerão a nossa frente até, após 5 horas de caminhada, chegarmos ao nosso campo base, a 3.100 metros de altitude. O cenário não poderia ser mais espetacular: estamos ao lado da morena lateral do maior glaciar da Mongólia e cercado das maiores montanhas do país.
 
Distância do trekking: 16km em 5h
Subida acumulada: 720m
Descida acumulada: 45m
 
Café da manhã, lanche de trilha ou almoço e jantar;
Pernoite em acampamento.


18/07 - 11º Dia - TREKKING / CUME DO MALCHIN (4.100m)

Hoje faremos a subida do Malchin, uma linda montanha com 4.100 metros de altitude que se situa diretamente à frente de nosso acampamento. A subida é feita por uma trilha de terra um pouco escorregadia até chegarmos a um colo, a 3.900 metros. A partir daí existe a possibilidade de seguirmos pela neve (dependendo de como foi o inverno) até o cume, duzentos metros acima. A vista do cume é espetacular, avistando-se os 3 países fronteiriços. Do lado chinês, um longo e árido platô. Do lado mongol montanhas de altitude média. E, do lado siberiano, uma grande sucessão de montanhas nevadas. A subida deverá levar ao redor de 6 horas e a descida ao redor de 3 horas, um longo dia, porém plenamente recompensado pelas lindas vistas que teremos.
 
Distância do trekking: 12,5km em 9h
Subida acumulada: 1.000m
Descida acumulada: 1.000m
 
Café da manhã, lanche de trilha ou almoço e jantar;
Pernoite em acampamento.


19/07 - 12º Dia - TREKKING / CINCO MONTANHAS SAGRADAS

Cumpridos nossos objetivos, hoje, com calma, faremos a descida de volta à entrada do Parque por um outro caminho, onde nos esperam nossos veículos para a viagem de volta a Ulgi. Próximo da entrada do Parque encontraremos o maior e mais importante "Oovo", um monumento de pedra em forma cônica enfeitado por bandeiras budistas. Deste lugar tão especial avistaremos as cinco montanhas sagradas da Mongólia: Khuiten, Nairamdal, Burged, Malchin e Olgi. Seguindo a tradição local, daremos três voltas em sentido horário, agradecendo a oportunidade que a vida nos deu de estarmos em um lugar tão especial e ter feito um maravilhoso trek em uma das regiões ainda não descobertas de nosso planeta. Em nossos carros, percorreremos ao redor 60 quilômetros em 2 horas até o nosso acampamento.
 
Distância do trekking: 14km
Subida acumulada: 150m
Descida acumulada: 510m
 
Café da manhã, lanche de trilha ou almoço e jantar;
Pernoite em acampamento.


20/07 - 13º Dia - VIAGEM PARA ULGI / MERCADO CENTRAL E MUSEU

Viagem de quatro horas de duração de volta a Ulgi. Acomodação em ugers tradicionais para duas pessoas e restante do dia livre para conhecer a região. Ulgi possui um interessante mercado central, onde as fisionomias de diversas etnias da Ásia Central se misturam. Também conheceremos o interessante museu da cidade. 
 
Café da manhã;
Pernoite em Ulgi.


21/07 - 14º Dia - ULGI / ULAAN BAATAR

Pela manhã, traslado ao aeroporto para voo de volta a Ulaan Baatar. Na chegada, traslado ao hotel e restante do dia livre.
 
Café da manhã;
Pernoite em Ulaan Baatar.


22/07 - 15º Dia - ULAAN BAATAR / ORIGEM

Traslado ao aeroporto para viagem internacional.
 
Café da manhã;
Sem pernoite incluso.


Datas e Preços

Calendário

Datas

Status

A Partir de

 

08/07/2020

Há Vagas

US$ 4.800,00
Terrestre

Faça sua pré-reserva

preço por pessoa - tarifa em us$ - somente terrestre

Local

Hospedagem

DBL

Ulaan Baatar
Trekking

Hotel 3*
Barracas duplas

4.800

Single Supplement Involuntário:
Conforme os clientes forem se inscrevendo na viagem serão feitos pares para a divisão de quartos. Caso, ao final do período de inscrição alguém fique sem par, esta pessoa terá de pagar um single suplement de US$ 300,00.
 
Single Supplement Voluntário:
Caso a pessoa escolha ficar em quarto individual pagará o dobro do Single Suplement Involuntário, ou seja, US$ 600,00 já que por sua escolha outra pessoa do grupo também ficará em um quarto individual.

TRECHO AÉREO SÃO PAULO / ULAAN BAATAR / SÃO PAULO - VALORES EM US$ **

CIA. AÉREA

VALOR A PARTIR DE

Air China

Sob consulta

** Preço por pessoa em US$ (Dólares)
** Preço sujeito alteração sem aviso prévio
** Dólar do dia do fechamento da viagem
 
Todos os roteiros estão sujeitos à confirmação quanto à disponibilidade de vagas de todos os serviços locais.
 
Formas de pagamento:
 
Cheque
6 x sem juros em cheques pré datados.
5 x sem juros até 30 dias antes do embarque.
(30% na 1 a. parcela e o restante em parcelas de igual valor).
* Aceitamos somente cheque do próprio viajante.
 
Cartão
Visa, Mastercard e Amex - Entrada + 3 x sem juros.
(Entrada de 30% em cheque ou depósito e o restante em até 3 x iguais no cartão).
 
*** Para clientes estrangeiros, consultar condições de pagamento.
*** For foreign clients consult payment rules.
 
Reservas:
Mediante o sinal de US$ 200 por pessoa, para solicitação da reserva completa (trechos aéreos, hospedagem, passeios e demais serviços). O sinal recebido para reserva será descontado do valor total do roteiro reservado no ato do pagamento do restante do valor total do pacote. Esse valor será integralmente reembolsado ao cliente, no caso de não confirmação por parte da agência do roteiro conforme solicitado. O valor não será reembolsado ao cliente, em caso de desistência e ou cancelamento por parte do cliente, do roteiro reservado, após a confirmação da reserva total por parte da agência. Valor esse, retido a título de perdas e danos para pagamento de multas de cancelamento de reserva junto a terceiros.
 
 
Cancelamentos
Em caso de cancelamento por parte do passageiro após a reserva emitida, serão abatidos os valores referentes à taxa administrativa e a multa de cancelamento da companhia aérea, e sobre o valor restante pago incidirão as seguintes taxas de cancelamento que serão rigorosamente cobradas:
 
Parte terrestre
Cancelamento até 30 dias do início da viagem: multa de 10% do valor total
Cancelamento entre 29 e 21 dias do início da viagem: multa de 20% do valor total
Cancelamentos com 20 ou menos dias do inicio da viagem: percentuais superiores aos acima referidos, desde que correspondentes a gastos efetivamente comprovados pela agência perante a EMBRATUR, efetuados em decorrência da desistência do usuário.
 
Parte aérea: Taxa ou multa de cancelamento cobrada pelas Companhias Aéreas para os bilhetes em questão.
 
 
Para remarcações de datas: As solicitações de alteração de data devem ser comunicadas por escrito. Serão cobrados ajustes tarifários nos casos devidos.
 

O que está Incluso

Inclui
- Acomodação no hotel citado ou similar, em quartos duplos, com café da manhã;
- Ingressos e passeios especificados;
- Transporte especificado no roteiro;
- Voos internos: Ulaan Baatar - Ulgi - Ulaan Baatar (cada pessoa poderá levar 15 kg de bagagem incluindo a bagagem de mão). Um excesso de aproximadamente US$ 3 por quilo será cobrado pela companhia aérea;
- Permissão de trekking;
- Acompanhamento de guia da Morgado Expedições a partir de Beijing até Ulaan Baatar;
- Alimentação completa durante o trekking;
- Equipe de apoio com camelos, cozinheiro e guias locais. Cada pessoa terá direito a 20 quilos de equipamento a ser levado pelos camelos. Uma taxa adicional será cobrada pelo excesso;
- Brindes especiais Pisa Trekking.
 
Não Inclui
- Vôos internacionais;
- Alimentação fora do trekking;
- Ingressos ou guias nos passeios em Ulaan Baatar;
- Vistos ou gorjetas;
- Qualquer item não citado acima;
- Seguro viagem - Recomendamos o World Nomads - www.worldnomads.com.br.

O que levar

OBS: TODO O EQUPAMENTO DEVE SER TRAZIDO DO BRASIL. NÃO HÁ NADA PARA COMPRAR OU ALUGAR NA MONGÓLIA.
 
PÉS 
- Botas de caminhada 
Devem ser específicas para trekking e cobrir o tornozelo. Compradas com antecedência e "amaciadas". Comprar no Brasil. Recomendamos botas italianas como a Asolo, Scarpa ou La Sportiva. No Brasil é mais fácil encontrar da marca Salomon ou da Snake. Se você já tem a sua e se ela já tem mais de cinco anos, mesmo em bom estado, substitua por uma nova. Tanto a cola como os materiais ressecam com o passar do tempo e existe o risco de descolamento da sola.
- Meias de trekking 
O ideal são meias de trekking de lã ou outro material térmico como a das marcas Thorlo, Smart Wool, Mund ou Fox River. Essas meias devem ser específicas para trekking, compradas em casas especializadas. Você vai notar que as meias de trekking são bastante caras, mas pense que estará andando por muitos dias. É importante ter os pés secos, confortáveis e quentes.
- Papete ou crocs 
Um par de sandálias ou chinelos. O ideal são "papetes" ou crocs, pois podem ser usadas com meias, para descansar os pés após chegarmos ao lodge ou no acampamento.
- Tênis 
Um par de tênis para os passeios nas cidades.
 
PERNAS
- Segunda pele 
Calças térmicas (segunda pele) tipo capilene ou polipropileno. 
- Calça  de trekking
Estas novas matérias de calças de trekking são mais justos já que de material stretching e resistentes a água secando com muita facilidade e sujando menos.
- Shorts 
Um short ou bermuda. Pode ser também uma calça com zíper na perna.
 
TRONCO
- Camisetas Dry Fit 
Camisetas de manga curta e camisetas de manga longa (além da roupa de baixo), de preferência de material tipo dry fit. 
- Fleece fino 
Um pulôver de fleece fino. 
- Anorak 
Um anorak com gorro, de preferência de material respirável como Gore Tex. Este anorak deverá ser bastante fino e ocupar pouco espaço, já que estarão dentro de sua mochila todos os dias. Evitar anoraks forrados de fleece. Existem vários modelos, mas o importante é buscar um com capuz ajustável, zíper em baixo dos braços para melhor ventilação.
 
CABEÇA
- Gorro 
Gorro de fleece grosso cobrindo as orelhas.
- Boné 
Pode ser com ou sem proteção para o pescoço tipo legionário.
 
MÃOS
- Luva fina
Um par de luvas finas de material térmico. 
 
EQUIPAMENTOS DE TREKKING
- Óculos 
Óculos escuros com filtro UV. É necessário ter proteção lateral.
- Sleeping Bag (-10°) 
- Saco de dormir confortável para temperaturas de menos 10 graus.
- Mochila Day Pack 
Uma mochila média de capacidade entre 35 a 50 litros com alças bem confortáveis e acolchoadas.
- Capa da mochila 
- Head Lamp 
Lanterna com pilhas reservas. Embora as head lamps (lanternas que são usadas presas na cabeça) não sejam obrigatórias, elas são muito mais práticas, já que deixam as mãos livres.
- Bastões de caminhada 
Bastões de caminhada de altura regulável.
 
MISCELÂNEA 
- Sacos estanques 
É muito importante levar sacos estanque ou sacos plásticos para acomodar todas as suas roupas, sleeping bag, equipamentos eletrônicos, etc. Se for levar sacos plásticos, opte por sacos mais grossos e resistentes. Leve uma quantidade suficiente para tudo possa ser ensacado, tanto as coisas que irão na mochila com você quanto as coisas que irão no duffle bag. É interessante ter sacos de vários tamanhos, como por exemplo, um grande para o sleeping bag, alguns de tamanho médio para roupas e um pequeno para documentos e aparelhos eletrônicos. 
- Despertador 
Traga um despertador. Os celulares não funcionam muito bem, já que em algumas viagens não conseguimos recarregar a bateria.
- Purificador de água 
Purificador de água a base de iodo (é o mais efetivo) em comprimidos. Se não encontrar um a base de iodo trazer um a base de cloro.
- Pee bottle
Este é um cantil de boca larga para ser usado como urinol a noite para não termos de sair do quarto para urinar. Para mulheres que não se sentem confortáveis em usar um cantil sugerimos comprar um tupperware cilíndrico de ao redor de 15x15 centímetros.
- Cantil 
Cantil de 1 litro. Os cantis de plástico duro são os mais recomendados, principalmente os de boca larga. Como enchemos os cantis nos riachos, não é recomendável qualquer cantil que seja recoberto por tecido, pois molha.
- Filtro solar e labial 
Filtro solar com proteção mínima fator 15 e protetor labial com filtro solar.
- Toalha 
Recomendamos comprar uma wet towel, toalha de material sintético que deve ser guardada molhada e com isso não fica com mau cheiro.
- Duffle bag 
Saco de cordura ou nylon grosso para os carregadores / mulas levarem seu equipamento durante o trekking ou escalada.
- Cadeado 
Comprar de tamanho médio para o duffle bag. Sugerimos os de números ao invés de chave, pois são mais práticos.
- Máquina fotográfica 
- Snacks
Recomendamos levar dois snacks por dia de expedição, para comer entre as refeições. Por um snack entende-se a quantidade de calorias equivalente a uma barra de cereais. Pode ser chocolate, frutas secas, nozes, barra de cereais, castanhas, bolachas etc.
- Papel higiênico 
Recomendamos dois rolos.
- Lenços umedecidos
Lenços umedecidos, os da marca Johnson & Johnson são mais macios a agradáveis ao tato. Após limpeza com os lenços umedecidos recomendamos usar talco para tirar a sensação pegajosa que os lenços deixam.
- Lenços de papel 
Lenços de papel em grande quantidade (nas montanhas, devido ao ar frio e seco, a coriza é constante).
- Talco 
Para ser usado após fazer a higiene com os lenços umedecidos. Dá uma sensação de limpeza maior. Trazer uma embalagem pequena.
- Artigos de toilete 
- Óculos de grau reserva 
 
Opcional
- Diário
- Livros 
- Remédios 
- Medicamentos de uso pessoal. Trazer do Brasil. 
 
Recomendamos a seguinte lista:
- Ciprofloxacina para tratamento de diarreia bacteriana;
- Azitromicina para tratamento de infecções bacterianas das vias respiratórias;
- Analgésicos como Novalgina ou Paracetamol;
- Descongestionante nasal como Naldecon diurno e noturno;
- Reidratante oral em pó;
- Anti-inflamatório;
- Fibra como Metamucil caso você tenha tendência para obstipação.
 
QUANTIDADES
 
PÉS
BOTAS DE CAMINHADA 1
MEIAS DE TREKKING 3 pares
PAPETE OU CROCS 1
TÊNIS 1
 
PERNAS
SEGUNDA PELE 1 
CALÇA TREKKING 2
SHORTS 1
 
TRONCO
CAMISETAS DRY FIT 2 manga curta e 2 manga longa
FLEECE FINO 1
ANORAK 1
 
CABEÇA
GORRO 1
BONÉ 1
 
MÃOS
LUVA FINA 1
 
 
PARA OS QUE VÃO ESCALAR O KHUITEN
- Meias de escalada
Duas meias de escalada, mais grossas e mais longas para usar com as botas duplas.
- Sobre calça
Uma sobre calça de material impermeável e respirável (como Gore Tex) com zíper lateral integral de modo a poder colocá-la e retirá-la sem precisar tirar a bota e crampons.
- Casaco de pena de ganso
- Luva liners
Para ser usado sob os mittens. Tem de ser o mais fina possível para não isolar os dedos, mas ao mesmo tempo não deixar a pele exposta quando for necessário tirar os mittens. 
- Mittens
Um par de mittens (luvas sem dedos).
- Ice axe de caminhada
- Bota dupla
Recomendamos das mesmas marcas das botas de trekking. Botas de trekking que aceitam crampons não são adequadas para esta expedição, pois não são quentes o suficiente. 
- Crampons
- Gaitors
- Mosquetões
Recomendamos trazer um com trava e dois sem trava. 
- Harness (cadeirinha)
É importante ter ajuste das pernas para usar com muitas ou poucas camadas de roupa.
- Hand and foot warmer
Envelopes que ao reagir com o ar liberam calor por aproximadamente 8 horas. Existem modelos específicos para as mãos e para os pés não podendo-se usar os de mãos para os pés e vice e versa.

Informações Importantes

EXTENSÃO BEIJING
05/07 - 1° Dia – Chegada a Beijing (China). Restante do dia livre. Traslado não incluído.
 
06/07 - 2° Dia – Hoje conheceremos dois dos mais importantes monumentos de toda a China: a Cidade Proibida e o Templo do Paraíso. A Cidade Proibida foi construída durante a dinastia Ming e levou 15 anos para ser terminado sendo usados ao redor de um milhão de trabalhadores. É a maior estrutura em madeira do planeta e tem quase mil prédios e nove mil quartos. Mas, mais do que números, o que impressiona é sua elegância e beleza arquitetônica. Além dos inúmeros palácios, a Cidade Proibida abriga uma das maiores coleções de arte do planeta com bronzes, cerâmicas, pinturas e até uma rara coleção de relógios dos séculos 18 e 19. De dentro dela, a China foi governada por duas dinastias por um período de 500 anos. Após o almoço seguiremos para outra joia da dinastia Ming, o tempo do Paraíso, uma das construções mais elegantes da cidade no meio a um lindo parque. Neste templo os imperadores faziam sacrifícios para os deuses para terem boas colheitas.
 
07/07 - 3° Dia – Pela manhã bem cedo partiremos para uma viagem de 2 horas e meia até um dos setores mais espetaculares da Grande Muralha da China. Em seu total, a muralha chegou a medir 9.000km e foi construída durante mais de 1000 anos com o objetivo de deter as invasões de povos nômades do norte. A parte da muralha que vamos visitar chamada de Jinshanling foi construída durante a dinastia Ming no início do século 15 e, das seções próximas a Beijing, é a mais íngreme e de cenário mais espetacular se estendendo de forma serpenteante pela crista das montanhas até se perder nas brumas. Para subir e descer até a muralha usaremos um teleférico e caminharemos ao redor de 10 quilômetros por ela. Após o almoço retornaremos a Beijing. 
 
08/07 - 4° Dia - Pela manhã traslado ao aeroporto para voo a Ulaan Baatar.
 
Acompanhamento de guia local em português.
 
US$1000,00 por pessoa para um grupo mínimo de 8 pessoas.
 
Single supplement da extensão Beijing: US$300,00
 
OBSERVAÇÕES
 
1 - Como é o clima nesta viagem? 
Durante o trekking teremos clima agradabilíssimo para caminhar com temperaturas ao redor de 15 graus durante o dia caindo para até zero graus a noite, nos acampamentos mais altos. Apesar disso, a variação de temperatura e clima durante o trekking pode ser brusca e intensa. Durante a escalada do Khuiten poderemos ter temperaturas de cinco graus negativos, mas que, com vento (sensação térmica), pode chegar a 10 a 12 graus negativos. Ulaan Baatar normalmente nesta época tem temperaturas de 15 a 25 graus. Em Beijing estará muito quente com temperaturas ao redor de 35 graus e clima bem úmido. Levar roupas leves.
 
2 – Como serão nossos transportes?
Em Ulaan Baatar caminharemos a pé, as distâncias não são grandes. Voaremos para as montanhas em um avião de 30 lugares em uma nova companhia aérea bastante confiável. Os percursos de aproximação e volta do trekking serão feitos em vans russas de 7 lugares muito básicas porém confiáveis e de fácil manutenção, o carro de escolha nesta região remota.
 
3 – Como é nossa acomodação?
Em Ulaan Baatar nos hospedaremos em um confortável hotel 3*. Em Ulgi na volta ficaremos em gers, as típicas barracas nômades com duas camas e, durante o trekking, em barracas para duas ou três pessoas (mas, com só duas pessoas dormindo por barraca). Barracas individuais podem ser fornecidas a um custo extra. Na escalada do Khuiten ficaremos em barracas de alta montanha para duas pessoas. 
 
4 – Que roupas e equipamentos devo usar?
Uma completa lista de equipamentos está disponível neste site. Estes equipamentos devem ser comprados antes da viagem já que na Mongólia não é possível comprar ou alugar equipamento de montanha.
 
5 – Como este trekking é classificado em termos de dificuldade?
Ver no itinerário o grau de dificuldade desta expedição. 
 
6 - Quanto dinheiro devo levar?
Com exceção dos almoços e jantares fora do trekking, todo o restante está incluído no custo da viagem de modo que necessitamos apenas de dinheiro para essas refeições. Uma refeição em média custa ao redor de US$15,00. Euros e dólares americanos são trocados pela moeda local com facilidade e se pode sacar dinheiro em caixas eletrônicos em todas as cidades. Cartões de crédito são aceitos em lojas e restaurantes maiores. Recomendamos contar com US$100 por pessoa para gorjeta da equipe.
 
7 - Por que exigimos que você, para participar desta viagem, tenha um seguro de viagem?
É tranquilizante saber que, se algo acontecer, você pode ter tratamento gratuito nos melhores hospitais. Também sua bagagem está segurada no caso de extravio durante os voos. Toda ocorrência deve ser comunicada o mais rapidamente possível à companhia de seguros. Leia com muita atenção seus direitos e deveres perante a seguradora para não haver problemas futuros. Resgate por helicóptero durante o trekking é possível, porém bastante caro se não for coberto pelo seguro.
 
8 – A Mongólia é um país seguro?
Sim, com exceção de raros casos de batedores de carteira trabalhando na avenida da Paz (avenida principal), de modo geral o país é muito seguro. Fora de Ulaan Baatar não temos que nos preocupar com segurança.
 
9 - E quanto às doenças?
Boa parte do país tem água tratada e de modo geral as condições de higiene são bastante boas. Não há problema em comer saladas ou frutas nos restaurantes. 
 
10 – A subida do Khuiten é muito difícil?
Neste dia acordaremos às 2 da manhã e após um bom café da manhã iniciaremos a subida de 700 metros que nos levará ao cume da montanha mais alta do país com 4.374 metros. Esta subida levará ao redor de seis horas por encostas de neve que variam desde leves inclinações até rampas com 45 a 50 graus. Dependendo das condições da neve será necessário colocar proteções como barras de neve ou parafusos de gelo, equipamento que será levado pelos guias. A sensação de exposição é intensa de modo que esta escalada não é recomendada àqueles que sofrem de vertigem. A descida até o acampamento alto demorará ao redor de 3 horas. Apesar disto tudo não se exige experiência anterior em escaladas em neve gelo ou rocha. 
 
11 – Este trekking é muito desconfortável?
Não. Apesar de caminharmos durante, em média, sete horas por dia, não temos o agravante da altitude e temos um bom descanso durante o almoço. Não carregamos muito em nossas mochilas, apenas o necessário para o dia, sendo o restante levado pelos camelos. Nosso acampamento é bastante confortável com boas barracas de montanha, barracas banheiro e chuveiro, uma grande barraca refeitório com mesas e banquinhos além de deliciosa comida preparada por nossa cozinheira com uma mistura de comida internacional e local. Pela manhã temos pães, geléia, mel, café, leite, chocolate, sucrilhos, panquecas. No almoço servimos saladas e pastéis locais, à tarde chá com bolachas e no jantar sopas e comidas como macarrão com molho de tomate e arroz com legumes.
 
13 – Existe algum limite de idade?
Não. Mas, deve-se levar em consideração de que é um trekking de dificuldade média e com dias longos que podem não ser divertidos para crianças. No outro lado do espectro, recomenda-se àqueles com mais de 50 anos que façam um bom check up antes da viagem.
 
14 – Posso fazer ligações internacionais ou ter acesso a internet durante o trekking?
Não. Durante o tempo que estamos na montanha nossa única comunicação será através do telefone por satélite que levamos e que pode ser disponibilizado ao grupo por US$3,00 o minuto. Em Ulaan Baatar existem vários cyber cafés.
 
15 – E se eu tiver alguma doença crônica como hipertensão ou diabetes?
De modo geral doenças crônicas controladas não são impedimento para fazer o trekking, mas recomendamos fortemente que a pessoa consulte seu médico e que discuta com ele sobre se este trekking é uma atividade adequada para ela. Estamos à disposição para dar ao seu médico todas as informações que ele necessite sobre o trekking para ele tomar sua decisão. Entre em contato conosco.
 
16 – Posso recarregar os meus eletrônicos durante o trekking?
Não teremos acesso a nenhum lugar com eletricidade de modo que se recomenda levar baterias de reserva e protegê-las durante a noite contra o frio. 
 
17 – Teremos interação com a população local?
Sim. Em um ou mais pontos do trekkking seremos convidados para conhecer e almoçar com uma família de nômades e embora eles não façam isso para ganhar presentes ou serem pagos, é apenas o costume do país, é gostoso poder retribuir isso com pequenos presentes para as crianças e para a dona da “casa”. Fotografias ou postais do Brasil são bons presentes assim como pequenos brinquedos para as crianças. Uma grande lembrança é uma foto de nós com a família de uma máquina polaróide onde se pode dar a foto de presente.

 

Guias da Trilha

  • Agnaldo Gomes

    Agnaldo Gomes é formado em Geografia pela PUC - São Paulo. É guia de montanha há 15 anos e pratica esportes outdoor há 25. A paixão pelas montanhas nasceu nas aulas de Geografia, quando cursava o ensino médio e desde então o amor pelas montanhas e a necessidade de estar ao ar livre somente aumentou. Tem em seu currículo expedições em alta montanha, travessias de bicicleta e caiaque oceânico. Em 1990 fez sua primeira expedição em altitude, no Aconcágua, na Argentina. Realizou cursos de escalda em rocha, gelo e primeiro socorros. Participou e liderou expedições nas montanhas mais altas de vários países, entre elas o Aconcágua na Argentina,Huascaran e o Pisco no Peru, Cotopaxi, Illiniza e Chimborazo, no Equador, Huyana Potosi, Pequeno Alpamayo, Illimani e Sajama, na Bolívia, Elbrus, na Rússia, Kilimanjaro, na Tanzânia e o Island Peak, no Nepal. Em setembro de 2013 participou de uma expedição ao Cho Oyu, a sexta mais alta montanha do planeta, com 8201 metros, localizado na fronteira do Nepal com o Tibete. Alcançou o cume no dia primeiro de outubro e se tornou um dos poucos alpinistas brasileiros a ter escalado uma montanha com mais de 8000 metros.

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