Viajar para o Nepal é entrar em contato direto com o Himalaia, com culturas milenares e com alguns dos trekkings mais impressionantes do mundo. E a melhor notícia: você não precisa ser alpinista para visitar a região e chegar ao Campo Base das montanhas mais famosas do país, Everest e Annapurna.
Se você sonha em conhecer o Nepal, reunimos a seguir as principais informações para planejar a viagem: qual a melhor época para visitar o país, o que fazer por lá e onde se hospedar em cada região.
Conteúdo
- 1 Qual a melhor época para visitar o Nepal?
- 2 O que fazer no Nepal?
- 3 Explorar a capital, Kathmandu
- 4 Trekking até o Campo Base do Everest
- 5 Trekking até o Campo Base do Annapurna
- 6 Onde ficar no Nepal?
- 7 Kathmandu
- 8 Pokhara
- 9 Everest e Annapurna
- 10 Confira nossos roteiros!
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Qual a melhor época para visitar o Nepal?
A melhor época para visitar o Nepal é durante o outono (outubro e novembro) e a primavera (março e abril).
No outono, logo após as monções, o clima é mais seco, o céu costuma ficar limpo e a visibilidade dos Himalaias é excelente, condições ideais para fazer trekking na região. A primavera também é uma ótima escolha, com clima ameno, trilhas acessíveis e paisagens marcadas pela floração dos rododendros.
Já o período de monções (junho a setembro) traz chuvas intensas e menor visibilidade, enquanto o inverno (dezembro a fevereiro) é seco, porém mais frio e exige maior preparo para trilhas em grandes altitudes.

O que fazer no Nepal?
O Nepal concentra alguns dos cartões-postais mais impressionantes do planeta, entre cidades históricas e trilhas no coração do Himalaia. Além disso, o país permite combinações interessantes, como estender a viagem para o Butão ou o Tibete.
A seguir, destacamos as atividades mais imperdíveis.
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Explorar a capital, Kathmandu
Kathmandu é o ponto de partida de qualquer viagem ao Nepal e um primeiro contato com a cultura do Himalaia.
A cidade concentra templos hindus e budistas, estupas milenares e praças históricas que revelam a importância espiritual e histórica do vale. Caminhar pelas Durbar Squares e por bairros como Thamel também ajuda a entender o ritmo local, o comércio tradicional e o cotidiano nepalês.
Além dos atrativos da cidade, vale explorar os arredores do vale de Kathmandu, com visitas a locais como Swayambhunath, Pashupatinath e Boudhanath. Esses momentos fora das trilhas funcionam como uma introdução cultural essencial antes de seguir para os trekkings em altitude.

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Trekking até o Campo Base do Everest
Chegar ao Campo Base do Everest é viver o Himalaia de forma acessível, caminhando até os pés da montanha mais alta do planeta. Não é uma escalada técnica, mas um trekking de alta montanha que entrega uma das experiências mais impactantes do mundo.
O percurso costuma levar entre 12 e 14 dias, com etapas bem distribuídas e dias de aclimatação ao longo do caminho. Não exige experiência em alpinismo, mas pede bom preparo físico e disposição para caminhar em altitude.
A jornada começa com o famoso voo até Lukla e segue por vilarejos sherpas como Namche Bazaar, Dingboche e Lobuche.
No caminho, o cenário é grandioso o tempo todo: pontes suspensas sobre rios glaciais, vales profundos, mosteiros budistas e vistas constantes de montanhas icônicas como Ama Dablam, Lhotse e Nuptse.
O Campo Base, a 5.364 metros, marca o ponto mais alto simbólico da caminhada. Mas a experiência vai além da chegada: envolve o ritmo lento dos dias, as noites frias nos lodges, o contato com a cultura sherpa e a sensação única de estar em uma das regiões mais remotas e impressionantes do planeta.

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Trekking até o Campo Base do Annapurna
O trekking ao Campo Base do Annapurna é uma excelente porta de entrada para o Himalaia. Com duração média de 8 a 10 dias, o percurso é mais curto que o do Everest, mas nem por isso menos impressionante.
A trilha parte da região de Pokhara e sobe gradualmente por florestas densas, vilarejos gurung e vales esculpidos por rios glaciais.
Ao longo do caminho, as paisagens mudam rápido: terraços agrícolas dão lugar a florestas de rododendros e, mais acima, a cenários alpinos. O ponto final é um enorme anfiteatro natural cercado por montanhas como Annapurna I, Machapuchare e Hiunchuli.
É um trekking fisicamente exigente, mas com logística mais simples e uma recompensa visual que chega de uma vez só, de forma intensa, silenciosa e memorável.

Onde ficar no Nepal?
As hospedagens no Nepal variam bastante conforme a região e o tipo de viagem.
A seguir, confira algumas opções na capital Kathmandu, base cultural e logística do país; em Pokhara, ponto de partida para os trekkings na região do Annapurna; e nos lodges de montanha, que fazem parte da experiência durante as caminhadas em altitude.
Kathmandu
- Apsara Boutique Hotel
Localizado no bairro de Thamel, é uma opção prática para quem quer estar perto dos principais pontos da cidade e da vida local. Os quartos são confortáveis, o ambiente é tranquilo, e o hotel ainda possui um terraço com vista para as montanhas. É o local ideal para descansar entre passeios urbanos e os preparativos para o trekking.
- Yak & Yeti Hotel
Um clássico de Kathmandu, instalado em um antigo palácio nepalês. Combina áreas verdes, piscina externa, spa, restaurantes e proximidade a atrações históricas como templos e ao bairro de Thamel. É luxuoso, com quartos espaçosos, serviços completos e ritmo calmo, perfeito para conforto urbano.

Pokhara
- Mount Kailash Resort
Bem localizado perto do Lago Phewa, em Lakeside, o resort é funcional e confortável, com quartos amplos, modernos e vistas panorâmicas para o lago e as montanhas Annapurna em dias claros. Oferece piscina externa, spa, restaurante e ambiente tranquilo, perfeito para descanso antes ou após trilhas.
- Temple Tree Resort
Charmoso e integrado ao ambiente de Pokhara, combina arquitetura tradicional nepalesa com conforto moderno, a poucos passos do Lago Phewa. Conta com áreas comuns agradáveis, como jardins e terraços, sendo uma base relaxante para pós-trekking ou passeios locais.

Everest e Annapurna
- Lodges de montanha
Durante os trekkings, a hospedagem acontece em lodges simples e acolhedores ao longo das trilhas. Os quartos são básicos, geralmente duplos, com banheiros compartilhados, e as áreas comuns aquecidas se tornam o ponto de encontro no fim do dia.
Mais do que conforto, o destaque está na localização: acordar cercado por vilarejos sherpas e montanhas gigantes faz parte da experiência.

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