Experiências ao ar livre: o lado de fora da caixinha

Um homem precisa viajar. Assim começa uma das citações mais famosas de Amyr Klink, grande expedicionário brasileiro.

Precisa viajar para conhecer o que existe lá, do lado de fora da caixinha que vivemos todos os dias. Separamos três experiências que podemos ter na vida real, ao invés de ficarmos apenas no conhecimento virtual!

 

Monumentos Históricos da Humanidade

Algumas construções causam um fascínio sobre a humanidade. As pirâmides do Egito, Machu Picchu, os castelos medievais sempre aguçaram a nossa curiosidade. Até algumas décadas atrás, estes temas eram as páginas mais acessadas de qualquer enciclopédia Barça das estantes do mundo afora. Hoje, com o avanço da tecnologia, todos estes monumentos podem ser visitados pelo computador, por todos os ângulos, em  mapas virtuais como o Google Earth. Mas nunca sentiremos qual é a sensação de estar diante de uma obra dessas se não for indo até lá e conferindo com os próprios olhos. Na verdade, com todos os sentidos do corpo.

Só chegando em Machu Picchu para sentir na pele a grandeza e magnetismo de lá

Só chegando em Machu Picchu para sentir na pele a grandeza e magnetismo de lá

Na Itália, por exemplo, em um único roteiro de trekking por uma via de peregrinação antiga, a Via Francigena, passamos por pelo menos cinco patrimônios da humanidade. “Cidades inteiras, vales de beleza indescritível e castelos nos dão uma imensa sensação de pequenez”.  É como disse ao blog a guia de viagem Mariane Checon, que acompanha os grupos da Pisa Trekking neste roteiro, e que se sente encantada com a magnitude destas construções.

San Gimignano, na Via Francigena, Itália, éum Patrimônio da Humanidade

San Gimignano, na Via Francigena, Itália, éum Patrimônio da Humanidade

Ter uma experiência cultural significa muito mais do que ver um filme sobre uma guerra, ou ler livros sobre obras famosas.
Para de fato viver uma cultura nova é preciso experimentá-la. Ao invés de assistir o Globo Repórter, é preciso ir até o Vale do Pati, na Chapada Diamantina, e conversar com moradores locais para entender seus costumes. É preciso ir até a Ásia e visitar templos e cidades sagradas de Myanmar, Nepal e da Índia in loco. Provar dos temperos, aromas, sensações nos restaurantes de esquina do mundo, e não só no restaurante gourmet super chique que o jornal indicou.

Templos de Myanmar.

Templos de Myanmar.

Fazer uma viagem cultural nos faz voltarmos mais ricos do que quando saímos, pois trazemos conosco os aprendizados do caminho. Nos abre horizontes. Quebra paradigmas.
Que mais se pode esperar de uma viagem inesquecível?

 

Cicloturismo

Nós tentamos simular experiências que só conseguimos ter na vida ao ar livre. Em uma aula de spining, por exemplo, você pedala à exaustão, sob as coordenadas de caminhos imaginários com subidas e descidas. Mas só em cima de uma bike e pedalando por estradinhas de terra entre vilarejos, seja em um roteiro no interior de Santa Catarina ou qualquer lugar do mundo, é que sentimos a sensação real de liberdade que a bicicleta oferece.

É um exercício pleno de manter a mente no aqui e agora. Estar atento. Sobre duas rodas, corpo, mente e espírito vivendo intensamente a sensação de liberdade.

São Miguel das Missões - Bike

Conhecer paisagens naturais intocadas da Europa, como as Highland escocesas, ou atravessando os gerais da Chapada Diamantina, esta forma de turismo mostrará uma nova forma de ver e sentir paisagens conhecidas. Escolha sua cicloviagem e vivencie esta sensação!

Grandes expedições

A tecnologia pode nos oferecer um nível cada vez maior de interação com um mundo digital, que nos leva a qualquer lugar. Estamos dentro de jogos de videogame, criamos as rotas de grandes expedições sem precisar sair da poltrona da sala. Assistimos filmes em cada vez mais dimensões, mas nunca seremos capazes de sentir na pele algumas experiências que só “caindo no mundo” somos capazes de sentir.

Como diz Amyr Klink, que não custa lembrar, atravessou o Atlântico a remo, precisamos “viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu… Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto.”

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Todas essas emoções você pode vivenciar sem precisar atravessar o Atlântico. Existem algumas opções de roteiros de grandes expedições que nos levam a estados de espírito que estão além do que qualquer tecnologia é capaz de prover. Quem já leu “Sete anos no Tibet” e não teve uma vontade arrebatadora de ir correndo para o Himalaia?  Porque é fazendo algo assim, saindo do teórico e indo para o prático, é que vamos descobrir a cada passo o que é que somos capazes de enfrentar.

Viajar promove isso. Sensações que te desafiam, te encantam, te proporcionam sensações exóticas e únicas. Sensações que a cada dia menos pessoas experimentam, mas que aqueles que já provaram o gosto de provar na vida ao ar livre sabem o doce sabor que tem.

Explore, conquiste, aprenda. Viaje com a Pisa Trekking.

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